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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Óleo já atingiu pelo menos 675 áreas de 116 cidades, informa Ibama


Óleo já atingiu pelo menos 675 áreas de 116 cidades, informa Ibama


Ao menos 675 pontos do litoral brasileiro já foram atingidos pelas manchas de óleo de origem desconhecida que, desde o fim de agosto, se espalhou por toda a costa da Região Nordeste e pelo litoral norte do Espírito Santo.
Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as 675 áreas afetadas pela substância poluente estão espalhadas por 116 municípios de dez estados: nove da Região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e um da região Sudeste (Espírito Santo).
Só nas últimas 24 horas, militares da Marinha, técnicos do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além de servidores públicos de prefeituras e governos estaduais e voluntários vistoriaram 143 áreas. Destas, o Ibama classificou 64 como limpas e livres da presença de fragmentos de óleo. Nas outras 79 áreas vistoriadas, os agentes ainda encontraram manchas e vestígios esparsos de contaminação até o meio-dia de hoje (19).
Na noite desta segunda-feira (18), o Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado por representantes da Marinha, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Ibama informou que, ao longo de todo o dia, 6 mil militares da Marinha (5.746), Exército (249) e da Aeronáutica (seis) atuaram na operação de identificação e remoção do óleo. Ontem, também participaram da ação 68 servidores do Ibama; 55 do ICMBio; 3.873 agentes de defesas civis estaduais e municipais e 440 funcionários da Petrobras. Vinte e um navios, 11 aeronaves e 31 viaturas foram colocadas à disposição das equipes.
Segundo o Ibama, desde 30 de agosto, cerca de 4.500 toneladas de resíduos contaminados já foram recolhidos de praias, manguezais, costões e outros habitats. A contagem desse material não inclui somente óleo, mas também areia, lonas e outros materiais utilizados para a coleta. A forma de descarte destes resíduos é determinada pelas secretarias estaduais de Meio Ambiente.
fonte: Por Agência Brasil
 

domingo, 30 de junho de 2019

Militar preso com 39 kg de cocaína constrange governo Bolsonaro

Militar preso com 39 kg de cocaína constrange governo Bolsonaro

Rodrigues, que é comissário de bordo, fazia parte da comitiva de 21 militares que acompanha a viagem de Bolsonaro a Tóquio


O sargento será investigado em um inquérito policial-militar pela FAB | Foto: Divulgação
O sargento será investigado em um inquérito policial-militar pela FAB

O sargento será investigado em um inquérito policial-militar pela FAB | Foto: Divulgação

Preso na terça-feira (25) na Espanha com 39 kg de cocaína na bagagem, o segundo-sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues realizou, desde 2015, pelo menos 29 viagens oficiais e em uma delas, atuou no transporte do presidente Jair Bolsonaro, quando o chefe do Executivo voou a São Paulo para fazer exames médicos. 

A prisão do militar causou constrangimento ao Palácio do Planalto e levou o presidente a comentar o episódio nas suas redes sociais duas vezes em menos de 24 horas. 

Rodrigues, que é comissário de bordo, fazia parte da comitiva de 21 militares que acompanha a viagem de Bolsonaro a Tóquio, no Japão, onde participará da reunião do G-20. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) em que estava o militar é usado como reserva da aeronave presidencial e, portanto, a comitiva da qual o sargento fazia parte não estava no mesmo voo que transportou o presidente e decolou na noite de terça de Brasília. A droga foi encontrada em sua bagagem ao desembarcar em Sevilha, na Espanha, a primeira etapa da viagem presidencial.

"Apesar de não ter relação com minha equipe, o episódio ocorrido na Espanha, é inaceitável. Exigi investigação imediata e punição severa ao responsável pelo material entorpecente encontrado no avião da FAB. Não toleraremos tamanho desrespeito ao nosso país!", escreveu Bolsonaro na rede social.

O sargento será investigado em um inquérito policial-militar pela FAB. Um dos focos da investigação é o embarque e o transporte da droga na aeronave militar. De acordo com uma fonte das Forças Armadas ouvida pela reportagem, o episódio deve levar a uma revisão das normas de embarques em aviões militares e da comitiva presidencial. Atualmente, a fiscalização de bagagens é feita de maneira aleatória nas aeronaves.

Também militar e presidente da República em exercício, o general Hamilton Mourão chegou a afirmar que o sargento faria parte da tripulação do voo de volta de Bolsonaro ao Brasil. Mais tarde, se corrigiu. "Ele estaria somente na equipe de apoio, não estaria em momento algum na aeronave do presidente", declarou o vice.

Mourão também afirmou que o militar estava trabalhando como uma "mula qualificada", por causa da quantidade de droga carregada. "Ele estava trabalhando como mula, e uma mula qualificada", disse o vice-presidente, citando o termo usado para pessoas pagas por traficantes para transportar drogas. Segundo informações da polícia espanhola à agência France Presse, a cocaína encontrada na bagagem de Rodrigues estava dividida em 37 pacotes.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, foi ao Twitter afirmar que o caso será investigado. "O militar preso com drogas em Sevilha é uma ínfima exceção em corporação (FAB) que prima pela honra. Os fatos serão devidamente apurados pelas autoridades espanholas e brasileiras", disse Moro.


Desgaste
No Congresso, a oposição vai tentar usar o episódio para desgastar o governo. Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Weverton Rocha (PDT-MA) apresentaram requerimento para que o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, preste esclarecimentos à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado sobre o caso envolvendo o sargento preso.

No Supremo Tribunal Federal, o assunto foi tratado durante uma sessão de julgamentos da Corte, a partir de um questionamento feito pelo ministro Celso de Mello. O decano afirmou estar preocupado com a construção de "santuários de proteção de criminosos comuns", com relação a espaços institucionais reservados a autoridades com prerrogativa de foro privilegiado.

Outras viagens

Segundo informações do Portal da Transparências, o sargento preso na Espanha esteve em voos de outros presidentes, além de Bolsonaro. Em janeiro do ano passado, quando o então presidente Michel Temer embarcou para a Suíça para participar do Fórum Econômico Mundial em Davos, há registro do serviço do sargento no transporte do chamado escalão avançado da Presidência. 

Na gestão Bolsonaro, Rodrigues fez mais duas viagens. Em 24 de maio, voou de Brasília ao Recife e fez o retorno no mesmo dia, período em que o presidente visitou a capital pernambucana. 

Em março, o sargento fez voos entre os dias 18 e 19, com destino às cidades de Porto Alegre e São Paulo. Na data, no entanto, Bolsonaro estava em viagem aos Estados Unidos. Ainda de acordo com o Portal de Transparência do governo, Rodrigues tem remuneração bruta de R$ 7.298. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia mais:


Ator de Alf, o ETeimoso é encontrado morto em sua casa

Ator de Alf, o ETeimoso é encontrado morto em sua casa

Por Metro Jornal

O ator Max Wright, 75 anos, que ficou famoso no Brasil com o papel de Willie Tanner, no seriado Alf, o Eteimoso, foi encontrado morto em sua casa, em Hermosa Beach, na Califórnia.

Segundo o site TMZ, o ator enfrentava um linfoma desde 1995, mas a doença estava em remissão nos últimos 24 anos,
Wright atuou em mais de 60 filmes nos Estados Unidos, como Buffalo BillCheersMisfits of ScienceDudley e Norm.

O seriado Alf contava a história de um extraterrestre cheio de manias que caiu com sua nave na garagem de uma família tradicional norte-americana. No Brasil, foi transmitido pela Globo, SBT e Bandeirantes.

Morre ator Billy Drago, conhecido pelo filme 'Os Intocáveis'

Morre ator Billy Drago, conhecido pelo filme 'Os Intocáveis'

Por Metro Jornal

O ator Billy Drago morreu na segunda-feira (24), em Los Angeles (EUA), aos 73 anos. Ele sofreu complicações causadas por um AVC (acidente vascular cerebral).

Drago ficou conhecido por seus papéis como vilão em diferentes filmes, com destaque Frank Nitti, o capanga de Al Capone em "Os Intocáveis" (1987). Além de sua extensa filmografia no cinema, fez papéis na televisão em séries como "Charmed" e "Arquivo X".
Seus papéis mais recentes foram nos longas "The Dance" e "A Decadência de Joe Albany", ambos de 2014.

Google libera recurso para limpar seu rastro na internet por completo

Google libera recurso para limpar seu rastro na internet por completo
Novo recurso permite apagar o seu histórico na web a cada 3 ou 18 meses.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

/ por Ricardo
O Google começou a disponibilizar nesta quarta-feira (26) a função “excluir automaticamente”, concedendo assim, mais controle ao seus usuários sobre os seus dados que a empresa mantém em seu poder. Agora vai ser possível apagar o histórico da web e localização a cada 3 ou 18 meses.

Google libera recurso para limpar seu rastro na internet por completo





O anúncio deste novo recurso, foi feito no blog oficial do Google, e ele vai ser distribuído aos poucos para todos os usuários globalmente. Você pode conferir na página Controles de Atividades, sendo possível definir três opções: apagar os dados manualmente; removê-los se forem anteriores a três meses; ou se forem anteriores a 18 meses.

Até hoje, o Google guardava todos os dados do usuário, que somente possuía duas opções: apagar tudo ou interromper totalmente a coleta. Porém, alguns recursos poderiam apresentar um mal funcionamento, pois a empresa usa essas informações para oferecer os serviços personalizados. Conforme o anúncio: “Esses controles estão chegando primeiro ao Histórico de Localização e Atividade na Web e de apps e serão lançados nas próximas semanas.”
O Google explicou como funciona essas novas opções:
“Escolha um limite de quanto tempo você deseja que seus dados de atividade sejam salvos - 3 ou 18 meses - e os dados mais antigos serão automaticamente excluídos de sua conta de forma contínua.”
Para conferir o post do anúncio, basta clicar neste link.
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.
Espero você até a próxima, um forte abraço.

Transferência de arquivos no Linux com o Teleport

Transferência de arquivos no Linux com o Teleport

Envie de forma simples e prática seus arquivos na rede local.

sábado, 29 de junho de 2019

/ por Henrique AD
Em alguns momentos, é necessário transferir arquivos entre os computadores. Existem diversas formas para isso, entretanto, há momentos que valorizamos pela praticidade, evitando configurações. Resumindo: só queremos transferir um arquivo para outro computador na rede local (😋😋😋).
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O Teleport é uma aplicação voltada para essa situação em específico, ele não conta com diversos ajustes ou configurações de usuário e privacidade. A ideia por trás do software possui uma única premissa, transferir arquivos sem mais complicações (teleportando “literalmente” 😁😁😁).

Entendendo o funcionamento do programa

Como abordado anteriormente, o Teleporte visa ser simples e direto. Ao iniciar o programa, uma tela indicando o nome do seu computador e logo abaixo a possibilidade de escolher entre as máquinas conectadas em sua rede local (que também estejam executando o Teleport).
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Poucas coisas podem ser configuradas no Teleport, como o nome do seu device.
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No menu “hambúrguer” existirá a possibilidade de escolher o local onde os arquivos enviados por outros computadores serão armazenados. Por padrão é o diretório “Downloads”, acabei mudando para outro.
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Para enviar um arquivo é bem fácil. Escolha uma máquina em sua rede local, também executando o app Teleport. Clique em “Send File”, selecione o arquivo e aguarde a transferência. Ao menos quando testei nenhuma mensagem de progresso foi apresentada, esse detalhe é muito importante e não existe.
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Para efetivar a transferência a outra máquina terá que aceitar o envio, clicando em “Save” ou recusando em “Decline”.
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Instalando o Teleport em sua distro Linux

Você pode verificar se a aplicação existe nos repositórios de sua distribuição, no caso do Linux Mint o Teleport pode ser instalado por sua loja de aplicativos. O programa é distribuído via Flatpak, caso não tenha ele configurado acesse essa postagem. A loja do Ubuntu possui a capacidade de integração com os Flatpaks, habilite esse recurso e instale o Teleport graficamente (assim como o Linux Mint).
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Outra forma de adquirir o Teleport é via Snap, no caso do Ubuntu basta pesquisar normalmente na loja. Linux Mint e outras distribuições precisam ter configurado o Snap. Segue o link do post com o passo-a-passo.
Para os amantes do terminal, irei demonstrar via Flatpak e logo em seguida via Snap.

Instalando o Teleport Flatpak via terminal

Adicione o repositório do Flathub:
flatpak remote-add --if-not-exists flathubhttps://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo
Instale o Teleport:
flatpak install flathub com.frac_tion.teleport
Esse comando lhe permite executar o Teleport via terminal, não vejo muita necessidade, pois ele aparecerá junto a suas aplicações:
flatpak run com.frac_tion.teleport
A remoção é através deste comando:
flatpak uninstall com.frac_tion.teleport/x86_64/stable

Instalando o Teleport Snap via terminal

Adicione a versão Snap em seu sistema com o comando:
sudo snap install teleport --edge
Sua execução pode ser com tal comando:
snap run teleport
Para remover:
sudo snap remove teleport
Fica claro que a intenção do Teleport é ser simples, no entanto, essa simplicidade peca em alguns casos. Por exemplo, não é possível enviar arquivos em lotes ou diretórios, limitando-se apenas a arquivos únicos. Essa característica pode ser contornada compactando os arquivos em um só, mas isso pode acabar com a praticidade e proposta de ser algo rápido. Outro ponto que me deixou confuso, foi a ausência de uma barra de progresso evidenciando o fim da transferência do arquivo. Notei que arquivos com espaços em seus nomes recebem uma “singela alteração em sua nomenclatura”. O Teleport é software livre e caso queira reportar bugs ou solicitar novos recursos, acesse o Gitlab do projeto.
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Sua intenção é transferir rapidamente um pequeno arquivo de uma máquina para outra na rede loca? Caso tenha respondido sim, o app é perfeito para sua utilização. Agora se pensa em compartilhar lotes em massa via rede, o Teleport não foi feito para você.
Participe de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.
Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
 
 

 

Assista YouTube, Twitch e mais em um único App

Assista YouTube, Twitch e mais em um único App

Esse player vai lhe ajudar a concentrar a ver em um só lugar os principais serviços de streaming.

domingo, 30 de junho de 2019

/ por Ricardo
Hoje em dia, temos vários serviços de streaming de vídeo, como YouTube, Twitch, Hulu e Netflix por exemplo. E uma hora ou outra, podemos nos perder com tantas abas abertas para assistir aquele filme, série ou vídeo que gostamos.
Assista YouTube, Twitch e mais em um único App





O ElectronPlayer vem exatamente para isso, lhe ajudar a “gerenciar o caos” (emoji de risos). Feito sobre a tecnologia Electron, ele puxa os serviços Web desses sites e agrupa em uma única tela, assim facilitando a vida do “afegão médio” (como já dizia Emilio Surita do Pânico).

Para escolher o serviço desejado, basta clicar no ícone dele. Segundo o desenvolvedor, mais serviços serão incluídos futuramente.
Depois de escolher o serviço, você faz o login nele e começa a usar. Para voltar ao menu principal do app, basta usar a combinação de Ctrl+H ou usar seus menus, onde você  também pode alternar entre os serviços.
O dev recomenda a utilização do app via Snap, onde terá updates constantes. Para instalar o Snap no seu sistema, basta seguir o nosso tutorial. Ou se preferir, pode seguir o tutorial que o snapcraft.io disponibiliza no final da página do app. 
Feito isso, você tem duas possibilidades em instalar o ElectronPlayer. Ou através da loja de aplicativo, procurando por “ElectronPlayer” ou via terminal, com o seguinte comando:
sudo snap install electronplayer



Depois é só inserir a sua senha e esperar o processo de instalação acabar. Pronto já pode sair usando.
Ele também tem uma versão de AppImage. Você pode acessar o código do app através do Github.
Muito bom ter aplicativos que ajudam a facilitar e organizar o dia a dia, né?
Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.
Espero você até a próxima, um forte abraço.

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O Que é Comando Chown Linux e Como Utilizá-lo



O Que é Comando Chown Linux e Como Utilizá-lo


Tutorial Comando Chown Linux
Em sistemas operacionais Linux, cada arquivo é associado com um grupo e um dono (owner). Chown é uma abreviação para change owner, que traduzido fica “mudar o dono”. O comando pode ser utilizado em qualquer sistema Unix pelo superusuário. Neste tutorial você vai aprender como usar e se beneficiar deste comando.
Com o chown você pode mudar o dono de arquivos, diretórios e links. Se um usuário comum desejar realizar certas mudanças em um arquivo, um superusuário pode usar o comando chown para alterar o dono do arquivo e permitir tal alteração.

Visualizar as Informações de Propriedade

Antes de mais nada, você precisa acessar seu servidor VPS via SSH. Se não lembra como realizar a conexão, este tutorial vai mostrar passo a passo tudo que você precisa fazer.
Antes de usar o comando chown, vamos confirmar as informações do usuário e grupo. Para isso, utilize o comando cd e navegue até o diretório em questão.
Por exemplo, se o caminho do arquivo for /tmp/TestUnix, acesse o diretório executando o seguinte comando:
cd /tmp/TestUnix
Agora você pode listar os arquivos dentro do diretório com o comando:
ls -l
Para este tutorial, criamos um arquivo chamado chownSample.txt no diretório acima mencionado. O resultado do comando seria:
-rw-r--r-- 1 root root 0 Feb 20 17:35 chownSample.txt
A primeira parte -rw-r–r– representa as permissões do arquivo. O primeiro root representa o dono/owner do arquivo e o segundo representa o grupo. Neste exemplo, o arquivo chownSample.txt possui propriedade do usuário root e pertence ao grupo root.

Comando Chown para Arquivos

Para mudar o dono de um arquivo, o formato básico do comando é:
chown usuário arquivo(s)
Vamos alterar o usuário dono do arquivo chownSample.txt de root para novousuario. O comando fica da seguinte maneira:
chown novousuario chownSample.txt
Para verificar se a alteração ocorreu com sucesso, vamos utilizar novamente o comando ls -l. O resultado será o seguinte:
-rw-r--r-- 1 novousuario root 0 Feb 20 17:45 chownSample.txt
O comando pode ser modificado para mudar o grupo. O formato básico do comando é:
chown usuario[:grupo] arquivo(s)
Se quisermos alterar as propriedados do mesmo arquivo chownSample.txt e definir o novo dono como novousuario e o grupo novogrupo, então o comando vai ficar assim:
chown novousuario:novogrupo chownSample.txt
Verifique a alteração com o comando ls -l:
-rw-r--r-- 1 novousuario novogrupo 0 Feb 20 17:50 chownSample.txt
Se apenas o grupo deve ser mudado, então é só deixar o campo do usuário em branco. Por exemplo:
chown :novogrupo chownSample.txt
O comando chown realiza uma função similar ao chgrp quando a informação do dono não é fornecida. Este comando pode ser utilizado com múltiplas opções.
Uma estrutura genérica do comando chown com opções seria:
chown [OPÇOES] [USUARIO] [:GRUPO] arquivo(s)

Comando Chown para Diretórios

O chown também pode ser aplicado para diretórios. Isto pode conter apenas arquivos, diretórios ou uma combinação de ambos.
Digamos que temos um diretório com o nome TestUnix. Assim como nos exemplos anteriores, podemos utilizar o comando ls -l para visualizar as permissões. O resultado seria:
drwxr-xr-x 2 root root 4096 Feb 20 17:35 TestUnix
Assim como vimos anteriormente, o diretório TestUnix possui o usuário root como dono e root como grupo.
Para alterar o usuário dono do diretório basta executar um simples comando:
chown novousuario /TestUnix
Para mudar somente o grupo:
chown :novogrupo /TestUnix
Para mudar o dono e o grupo, usamos:
chown novousuario:novogrupo /TestUnix
O mesmo comando pode ser utilizado para múltiplos arquivos ou diretórios de uma só vez, ficando assim:
chown [OPÇOES] [USUARIO][:GRUPO] arquivo1 arquivo2
Por exemplo:
chown novousuario:novogrupo /tmp/TestUnix/chownSample.txt /tmp/TestUnix

Comando Chown para Links

O comando chown Linux também pode ser usado para links simbólicos (soft links). Um link simbólico é uma referência a um arquivo físico existente. O comando ln é utilizado para criar soft links. Para o arquivo chownSample.txt, um link simbólico pode ser criado como:
ln -s chownSample.txt symlink
Para verificar as informações de dono e grupo podemos utilizar o comando ls -l. O resultado será parecido com este:
-rw-r--r--  1 root root 0 Feb 19 22:01 chownSample.txt
lrwxr-xr-x  1 root root 5 Feb 19  7 22:01 symlink -> chownSample.txt
Há duas entradas disponíveis. Uma é para o arquivo físico e a outra para o link simbólico. Podemos mudar o dono (owner) utilizando o comando:
chown novousuario symlink
Este comando irá mudar o dono para o arquivo chownSample.txt. Dessa maneira, o resultado do comando ls -l ficará assim:
-rw-r--r--  1 novousuario root  0 Feb 19 22:01 chownSample.txt
lrwxr-xr-x  1 root root 5 Feb 19  7 22:01 symlink -> chownSample.txt
Se queremos mudar o dono do link simbólico, então precisamos usar a opção -h. O comando será:
chown -h novousuario    symlink
Executando o comando ls -l vamos ver o que o dono do link simbólico foi mudado:
-rw-r--r--  1 novousuario root  0 Feb 19 22:01 chownSample.txt
lrwxr-xr-x  1 novousuario root  5 Feb 19 7 22:01 symlink -> chownSample.txt

Uso Recursivo do Chown

O comando chown pode ser usado em diretórios, porém, podemos ter uma estrutura de diretório recursiva e talvez queiramos mudar o dono para todos os arquivos e diretórios.
O uso recursivo do comando chown garante que todos os diretórios e subdiretórios tenham o dono e grupo alterados.
Para uma operação recursiva utilizamos a opção -R. Um exemplo deste comando é:
chown -R [USUARIO][:GRUPO] Diretório
Se temos um diretório como o TestUnix que possui diversos subdiretórios, então o comando abaixo irá alterar o owner de todos os diretórios e subdiretórios para o usuário.
chown -R novousuario /TestUnix

Resumo

É isso! Agora você sabe os básicos do comando chown. Para ajudá-lo ainda mais, os sistemas Unix oferecem uma página de manual para cada comando. Você vai encontrar o manual executando man chown. Esperamos que isso ajuda você a gerenciar os arquivos de seu VPS de forma segura e eficiente!

Como alterar permissões de pasta Linux via linha de comando

Como alterar permissões de pasta Linux via linha de comando

Como alterar permissões de pasta Linux
Neste tutorial, você aprenderá como alterar permissões de pasta Linux, bem como alterações de proprietários, por meio de linha de comando em sistemas Linux/ Unix. Há dois comandos básicos que você pode usar para realizar esta tarefa: chmod e chown.
O que você precisa?
Antes de começar este guia de como alterar permissões de pasta Linux, você precisará do seguinte:
  • Acesso à linha de comando

Passo 1 – Alterar permissões de pasta Linux e via linha de comando

Chmod – Este comando é usado para alterar permissões de pasta Linux e de um arquivo. Basicamente, cada arquivo tem três tipos de usuários que podem interagir com ele:
TipoFunção
ProprietárioÉ o usuário que criou e possui um arquivo/ diretório.
GrupoTodos os usuários que são membros do mesmo grupo.
OutrosTodos os outros usuários, no sistema que não são nem proprietários nem membros do grupo.
O comando ls -l, pode ser usado para ver permissões de arquivos e proprietários. Por exemplo, ls -l file1.txt vai exibir:
-rwxr–rw- 1 user user 0 Jan 19 12:59 file1.txt
  • “-rwxr–rw-“ – Esta parte da linha exibe permissões. Existem 4 letras principais que você mais comumente notará nesta parte: r,w,x,d. d significa que o tipo do arquivo é diretório, no nosso exemplo, não há tal letra (, seria a primeira letra da linha, mas atualmente está vazia (tem um símbolo “-“, que basicamente significa “não”) .
A letra x significa a permissão para executar (execute) um arquivo / pasta (precisamos desse tipo de permissão para entrar em uma pasta). A letra w letra w significa permissão para gravar escrever (write) um arquivo / ou pasta (editar o arquivo, excluir o arquivo e etc.) .. E a última letra é r, o que significa ler (read).
Se temos permissões de leitura, podemos ler o conteúdo do arquivo, mas ésomente isso, sem permissão para ediçãotar ou executá-lotar (por exemplo, podemos ler o código do script, mas Nnão podemos executá-lo).
  • 1 – Uma série de links rígidos. Basicamente, um link rígido é um nome adicional para um arquivo existente.
  • user user – Mostra o proprietário e o proprietário do grupo do arquivo.
  • 0 – Mostra o tamanho do arquivo.
  • Jan 19 12:59 – Mostra a data da última modificação.
  • file1.txt – Fornece o nome do arquivo/pasta.
Então vamos voltar para o comando chmod. Este comando permite-nos alterar as permissões de um arquivo ou pasta. E vamos te ensinar-lhe como fazer isso simplesmente adicionando números juntos. Cada tipo de permissão tem seu próprio número:
  • r (Ler) – 4
  • w (Escrever) – 2
  • x (Executar) – 1
Assim, por exemplo, se quisermos definir as permissões deo file1.txt para esses:
-rwxr–rw- 1 user user 0 Jan 19 12:59 file1.txt
Teríamos de escrever este comando:
chmod 746 file1.txt
Basicamente, cada número nestse comando representa permissões para um dodos tipos de usuário (proprietário, proprietário do grupo e outros).
Assim, o primeiro número é 7, agora usando a explicação dos significados de número acima, a única maneira que podemos obter um número 7 é adicionando os números 4, 2 e 1 que é: 4 + 2 + 1 = 7. O que basicamente significa TODAS as permissões (ler, escrever e executar – rwx).
Este primeiro número define as permissões para o proprietário do arquivo. O segundo número é 4, o que significa a permissão r (ler) e este número dá permissões de leitura para o proprietário do grupo.
O terceiro número é o 6, usando o número  número significados acima, a única maneira de obter esse número é adicionando 4 e 2, que é 4 + 2 = 6. Assim, damos aos outros a permissão para ler (4) e escrever (2) o arquivo. A terceira parte (file1.txt) do comando é um nome de arquivo, escrevemos o nome do arquivo para o qual queremos definir essas permissões.
Outro exemplo seria este: chmod 777 file2.txt, este comando basicamente daria TODAS as permissões para cada tipo de usuário (proprietário, grupo e outros).
Aqui está uma lista das permissões mais comuns para arquivos:
ValoresValores NuméricosFunções
-rw——-600Proprietário pode ler e escrever.
-rw-r–r–644Proprietário pode ler e escrever, o grupo e outros podem ler.
-rw-rw-rw-666Proprietário pode ler e escrever, o grupo e outros podem ler.
-rwx——700Proprietário pode ler, escrever e executar, grupo e outros não podem fazer nada com o arquivo.
-rwx–x–x711Proprietário pode ler, escrever e executar, o grupo e outros podem executar.
-rwxr-xr-x755Proprietário pode ler, escrever e executar, o grupo e outros podem ler e executar.
-rwxrwxrwx777Proprietário, grupo e outros podem ler, escrever e executar.
As permissões comuns para diretórios:
ValoresValores NuméricosFunções
drwx——700Apenas o proprietário pode ler e gravar neste diretório.
drwxr-xr-x755Proprietário, grupo e outros podem ler o diretório, mas apenas o proprietário pode alterar seu conteúdo.
Existem outras maneiras de alterar as permissões do arquivo usando o comando chmod, mas nossa recomendação pessoal seria aprender um deles e usá-lo sempre (neste caso, a maneira de numeração). Se você deseja saber mais sobre as outras formas de alterar permissões de pasta Linux, você pode ler sobre isso aqui.

Passo 2 – Alterar os proprietários de ficheiros e pastas através da linha de comandos

Chown – Este comando é usado para alterar os proprietários de um arquivo ou pasta. A sintaxe mais básica deste comando é esta:
chown [owner/group owner] [file name]
Basicamente, se temos um arquivo “demo.txt” e queremos definir o proprietário do arquivo para “jerry” e o proprietário do grupo para “clientes”, usaremos este comando:
chown jerry:clients demo.txt
Então, como você pode ver, separamos o proprietário e o proprietário do grupo com um símbolo “:” (dois pontos). Se apenas quisermos alterar o proprietário do arquivo, usaríamos isso:
chown jerry demo.txt
Como você vê, nós simplesmente deixamos de fora o proprietário do grupo e apenas digitamos o novo proprietário do arquivo, então, nesse caso, o proprietário do grupo permanecerá inalterado. Outro exemplo semelhante seria se quiséssemos alterar o proprietário do grupo do arquivo, o comando seria assim:
chown :clients demo.txt
Nesse caso, apenas o proprietário do grupo mudaria para clientes (o proprietário permanece inalterado).

Passo 3 – Utilizar opções adicionais com os comandos chmod e chown

Uma das principais opções que funciona com ambos os comandos é -R, o que significa recursivo. Esta opção permite que você altere permissões/ proprietários na pasta determinada e TODOS os outros arquivos e pastas dentro dessa pasta inicial.
IMPORTANTE! Tenha cuidado extra com esta opção, se usado incorretamente, você pode acidentalmente alterar permissões de pasta Linux ou proprietários de TODOS os arquivos em seu sistema, o que pode causar falha crítica ou um monte de trabalho para alterar as permissões / proprietários de volta.
Outras opções para “chmod” e “chown”:
  • “-f” – Silencioso, furtivo ou simplesmente força. Não mostrará a maioria das mensagens de erro.
  • “-v” – Dá-lhe um diagnóstico de cada arquivo que foi afetado pelo comando.
  • “-c” – Semelhante a -v, mas só irá fornecer informações caso as alterações tenham sido feitas de fato.