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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Conheça os superpoderes e detalhes do novo Android Oreo 8.0


Conheça os superpoderes e detalhes do novo Android Oreo 8.0




Android Oreo 8.0 foi lançado este ano e descrito com a maior pinta de super-herói. A promessa é de ser duas vezes mais rápido no boot inicial, entre outros superpoderes como utilização de dois apps simultaneamente, preenchimento automático mais inteligente, mais segurança entre os aplicativos, além de diminuição da atividade em segundo plano, para economia de bateria.

A ansiedade para experimentar o sistema operacional parece estar chegando ao fim, para todos. Aparelhos Pixel e Nexus tiveram prioridade nessa fila, mas muitos dos fabricantes parceiros já iniciaram os testes, ou estão programando para fazer a atualização, a qualquer instante. São eles: Essential, General Mobile, HMD Global Home of Nokia Phones, Huawei, HTC, Kyocera, LG, Motorola, Samsung, Sharp e Sony.

 
Além de novas funcionalidades (listadas, abaixo), temos também um novo time de Emojis, que foram todos redesenhados. Junto com a medida, saiu até uma carta de despedida engraçadinha para as antigas figuras. Quem quiser, pode ler aqui, em inglês. 
 oreo

Função picture-in-picture

A função picture-in-picture (PiP) permite que você assista a um vídeo, ao mesmo tempo que usa outros aplicativos. Para usar a função pelo Chrome, por exemplo, ao dar o play em um vídeo e após colocar em modo full screen, é só tocar no botão home. O vídeo, então, ficará em miniatura, ainda em execução, e você poderá mover a janela para qualquer canto da tela, enquanto usa outros aplicativos. Quando não quiser mais assistir, é só deslizar e arrastar a janela para a parte inferior na tela.

No Google Maps, a função picture-in-picture já começa a ser executada só de iniciar a navegação. A função é muito interessante também para ligações/chamadas em vídeo. Para usar, basta fazer a ligação, tocar no botão home e a imagem ficará em miniatura. A única diferença para os vídeos é que ao deslizar a janela da ligação para baixo, a chamada será encerrada (os vídeos continuam na aba de notificações).
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Adiar notificações

Com o Android Oreo, é possível adiar notificações de mensagens ou e-mails que não queremos acessar imediatamente. Com um deslize para a direita na notificação, basta tocar no ícone de relógio e selecionar a quantidade de tempo que gostaria de adiar, para lidar com aquela notificação mais tarde. Além disso, as notificações estão ocupando menos espaço. Ao tocá-las é possível ler por completo, mas em geral, aparecem minimizadas.

Aviso de notificações

Quando houver alguma novidade em um aplicativo, junto aos ícones aparecerão pontos indicando o número de notificações pendentes. Ao tocá-los, você consegue ver na mesma tela do que se trata o aviso e descartar, se quiser, arrastando para o lado. A função pode ser desabilitada.
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Economia da bateria

A bateria tem novas configurações que permitem uma maior duração. O Oreo consegue evitar o uso excessivo e involuntário da bateria nos aplicativos que estão em segundo plano (processos que ocorrem sem interação com o usuário).  

WiFi automático

Aquele desespero de esquecer de ligar o WiFi depois de já estar em casa há uns trinta minutos, parece que será resolvido, também. Quando você desativa o WiFi ao sair de casa, não é mais necessário ligar novamente, ao voltar. O Oreo vai fazer esse serviço pra você automaticamente, assim que você se aproximar de uma rede segura e conhecida.

Segurança nos apps

A verificação de aplicativos para uma maior segurança do usuário é uma das medidas do Google nesta atualização, por meio do Google Play Protect, que já vem incorporado. Nas Configurações (que também foram redesenhadas, com categorias diferentes), ficam disponíveis as informações sobre a frequência em que os aplicativos estão sendo verificados e quando a vistoria ocorreu, pela última vez.
 protect

Ferramentas de seleção de texto

O Oreo pode identificar informações como números telefônicos e endereços, tornando mais fácil o momento de selecionar este tipo de textos. Ao tocar duas vezes naquilo que quer selecionar, o dado completo já será grifado para a cópia.

Formato dos ícones

Os ícones dos aplicativos poderão ter seus formatos modificados de acordo com a preferência do usuário, sem precisar instalar nada. A informação é de que existem quatro opções de formatos, nas configurações. Seriam elas: formato quadrado, redondo, quadrado "arredondado", ou formato de gota.

Novos Emojis

O Google redesenhou os emojis do Android, segundo o blog da empresa, para garantir uma “comunicação mais consistente”. Além do estilo, a coleção vem com 60 novos emojis.
 emnoji

Preenchimento automático em apps

A velocidade não será melhorada apenas na hora de ligar o aparelho. Para deixar tudo mais rápido, o login em seus aplicativos poderá ser feito usando a função de preenchimento automático. O Google poderá salvar e preencher sozinho seus dados e senhas, tudo com sua autorização prévia.  

Instant Apps

Instant Apps está presente de forma nativa, com o Oreo. Ele possibilita o uso de aplicativos nativos Android (ou apenas uma de várias funcionalidades do app) que podem ser executados instantaneamente por meio de um URL, sem precisar de instalação no aparelho.

sábado, 23 de dezembro de 2017

5 mitos sobre Linux que afastam novos usuários

5 mitos sobre Linux que afastam novos usuários

Existem muitos mitos que envolvem o Linux atualmente, mas quais são as informações verdadeiras e as falsas? Vamos debater

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

/ por Dionatan Simioni
Todas as coisas que fogem um pouco do público "maistream" comumente são cercadas de mitos, com o Linux nos Desktops não seria diferente. Vamos falar agora de 5 deles que por vezes os novos usuários acabam "ouvindo de alguém" e que eventualmente os afastam dos sistemas baseados neste Kernel.

Mitos sobre Linux


Com 2017 chegando ao final, 2018 vem aí para comemorar nada mais, nada menos, do que o sétimo aniversário do blog Diolinux, quem diria, hein!? Depois de 7 anos, o cenário do Linux nos Desktops mudou muito, talvez até mais do que eu consiga lembrar, mas alguns mitos ainda persistem na cabeça de muitos, vamos falar sobre cinco deles.

1 - Linux é difícil de se utilizar

Esse é sem dúvida um dos maiores mitos, mas vamos por partes.
Acho que com um pouco reflexão você pode ser dar conta que uma afirmação como esta não faz muito sentido. Veja bem, defina para mim o que é "fácil" e o que é "difícil".
Tocar guitarra é fácil ou difícil? Acredito que a resposta seja: depende. Depende do seu conhecimento prévio, se você já sabe tocar violão fica mais simples, se você nasceu com "o dom pra música", provavelmente será mais simples também, ter o hábito também ajuda.
Tenha em mente que "fácil e difícil" são duas coisas complemente relativas e variam de pessoa para pessoa.
O que geralmente acontece para que alguns cheguem a essa conclusão é a falta de instrução prévia, um dos motivos da criação do blog Diolinux (e do canal também) foi justamente este, com isso, o caminho fica mais tranquilo.

A maior parte das pessoas que teve alguma frustração usando Linux são geralmente pessoas que já entendem um pouco de Windows e se sentem perdidas neste novo universo.

Essa sensação de ser bom e de repente ser jogado em um universo onde os seus conhecimentos já não tantos, ainda mais para coisas rotineiras como usar o computador, nunca é boa, é algo natural do ser humano. Uma vez que isso seja identificado, você fica mais apto a superar novos desafios.

Mudanças são complicadas sempre, mas podem valer muito a pena. Conheço várias pessoas leigas em tecnologia (não em Linux exatamente) que usam distros como o Linux Mint em seus computadores diariamente para fazer tarefas comuns, não há como chamar Linux de "difícil" observando-os. No entanto, vale a pena observar a distribuição, existem distros Linux mais adequadas para usuários novatos do que outras, isso pode trazer uma experiência bem diferente, aliada as várias interfaces que o Linux proporciona, certamente algumas são mais intuitivas do que outras.

2 - É preciso usar comandos para fazer tudo no Linux


Não, não é preciso. Mas acho que podemos falar mais sobre isso.
Antes de mais nada, não devemos encarar a possibilidade de operar o sistema operacional via comandos como algo ruim, distros Linux, Windows, macOS, BSDs e outros sistemas, possuem, invariavelmente, a possibilidade de operação via terminal.
Existem milhares de tutoriais pela internet sobre macOS e Windows onde são utilizados comandos, no suporte oficial das empresas muitas vezes são informados comandos, então não se assuste. No Linux você pode realmente fazer de tudo pelo terminal, mas isso não quer dizer que tudo PRECISE ser feito através dele.

Acredito que as vezes essa impressão vem de antigos manuais e artigos espalhados por blogs, internet à fora, e a forma generalista de tratar as distros. Um exemplo: Digamos que eu queira mostrar como instalar o editor de imagens GIMP em distros baseadas no Ubuntu, todas elas pelo terminal terão o mesmo comando, algo como: sudo apt install gimp, no entanto, mostrar um tutorial via interface vai depender da interface, fazer isso no KDE Plasmas, no GNOME, no Cinnamon, no Pantheon, no XFCE, todos tem pequenas diferenças, o que faz com que o processo de fazer um tutorial abrangente seja excessivamente trabalhoso.

Talvez a falta de uma "distro padrão" cause isso, por conta disso, quando um sistema se destaca ou tem foco no desktop, nós geralmente damos mais atenção, e por "nós", eu digo a mídia. Talvez seja importante os blogs e sites populares de Linux começarem a se preocupar em colocar tutoriais que envolvam o ambiente gráfico também, isso vai começar a passar a impressão correta sobre o Linux, onde só se usa o terminal quando se quer.
Em pleno 2017, mesmo no Linux, usar comandos é para quem quer. Basta escolher uma distro com foco no Desktop e você não terá esse "problema".
Eu realmente não sei de onde vem esse mito, ou melhor, não sei porque ele persiste; de onde vem eu até tenho uma ideia.
Logo no início do desenvolvimento do Linux e de sua evolução, entre 92 e 2004 aproximadamente, a necessidade da utilização do terminal era maior, de fato. Nestes primeiros 10 anos de existência as pessoas que utilizavam Linux geralmente eram entusiastas ou profissionais, como no mundo do servidores o Linux sempre foi uma ótima alternativa e em servidores geralmente não usam ferramentas gráficas (não da mesma forma que em desktops), então as distros acabavam tendo estes traços também.
Os ambientes gráficos ainda estavam começando a se desenvolver também. Mas como tudo, a distros Linux também evoluíram, é um erro tremendo pensar que tudo continua assim, isso seria o mesmo que pensar que o Windows possui as mesmas características dos seus primeiros 10 ou 15 anos de desenvolvimento.

Pra ser sincero, as distros com apelo ao Desktop real começaram a chegar em um ponto interessante em 2010, com o Ubuntu 10.04 e 10.10, Linux Mint 9 e 10, entre outras, com um belo salto de qualidade em 2012, em 2017, ainda há coisas para serem melhoradas (e sempre haverá), mas o ponto atual já pode ser considerado simples para o uso doméstico.
O Kernel Linux está com 26 anos praticamente hoje e muita água já rolou por debaixo dessa ponte, então vamos parar com isso e acabar com esse mito de uma vez por todas.

3 - Linux não tem programas o suficiente

Existem pessoas que vivem de criar barreiras e não pontes, fato. Essas sempre vão procurar algum problema para evitar recomendações, enquanto seria muito simples mostrar as várias opções que existem e quase com certeza, estas iriam atender ao público, ou a maior parte dele.
É complicado listar softwares porque uma lista assim seria quase infinita, mas certamente você encontra muitos aplicativos populares no mundo Linux que são multiplataforma e famosos no mundo Windows também. No mais, eu sempre digo para as pessoas se prenderem à funcionalidade do programa, não ao nome necessariamente.
Exemplo, você não precisa do WinRAR para abrir arquivos .rar, você precisa de um software que faça isso, você não precisa do PowerPoint, você precisa fazer apresentações, e existe uma infinidade de formas para resolver qualquer problema desses, um pesquisa básica no Google vai te revelar as opções (veja o vídeo acima, ele vai ajudar também).
Cada usuário tem necessidade diferentes, então, cabe a você e somente a você, a missão de avaliar se os softwares ou recursos que você quer estão no Linux. Nem sempre ter "um milhão" de opções para um mesmo software é sinal de qualidade, existem dezenas de navegadores de internet, mas a maior parte das pessoas só usa Chrome e Firefox, para citar apenas um exemplo, e ambos estão disponíveis para Linux (assim como Opera, Vivaldi, Chromium, Yandex, e muitos outros).

4 - Linux não tem jogos bons


E mais uma vez caímos no mérito de "bom e ruim", assim como já comentado, isso vai depender mais uma vez do seu gosto e dos games que você curte jogar. Eu conheço muitas pessoas apaixonadas por jogos, mas curiosamente, a maior parte delas lê, assiste e consume conteúdo sobre todos os lançamentos, mas dificilmente joga todos eles, seja pelo preço, ou pelo gosto mesmo, por preferir títulos específicos. Eu sou assim, gosto de ver reviews de todos os lançamentos praticamente, mas raramente jogo todos eles.
Linux possui atualmente uma ampla gama de títulos disponíveis, essa biblioteca é de fato inferior à do Windows, não há como negar, mas dependendo do que você curta jogar, pode ser um sistema para você, sem dúvidas.

Eu jogo muito no Linux (e no Windows também) e posso afirmar que biblioteca é muito bacana já e só tende a crescer, visto que games para Linux começaram a ser lançados em maior massa apenas em 2014 e o primeiro ano, ainda que frutífero, não se compara aos seguintes.

Sempre haverá aquele que vai dizer: "Ah, mas não tem tal jogo", e isso nunca vai ter fim, pois sempre haverá um game que não estará na plataforma, mesmo que Linux venha a ter 90% dos títulos que existem no Windows, ainda dirão que falta aquele ou aquele outro, acho que é tipo de coisa que não poderemos mudar, no entanto, uma nova plataforma para PC concorrente para o Windows faria bem para os consumidores em vários sentidos, concorrência desperta qualidade e seria ótimo poder economizar o dinheiro da licença do sistema operacional e gastar este valor em jogos, não é? É importante que incentivemos este mercado para o nosso próprio bem.


5 - Linux é apenas para servidores, não para Desktops

Quando alguém afirma isso devem escorrer muitas lágrimas dos milhares de desenvolvedores de KDE, GNOME, XFCE, MATE, Cinnamon, Deepin, Pantheon e tantas outras interfaces feitas justamente para operabilidade do sistema no Desktop.
Acho que existe ainda uma grande confusão de "qual é o propósito do Linux", pessoas dizem que o sistema serve para isso ou para aquilo.
O grande ponto aqui é: Linux não tem um propósito, quem dá o propósito é quem o utiliza para alguma coisa. O Kernel Linux é simplesmente feito para trabalhar com hardware, o que cada projeto que usa o Linux como base fará, dará a utilidade e o foco para ele.
A Google usa para o Android, a Canonical para fazer o Ubuntu, a Amazon usa em servidores, a Microsoft usa para virtualização, a Tesla usa em carros inteligentes e a minha mãe usa pra acessar o Facebook, então dizer que Linux "só" serve para algo em específico seria subestimar a criatividade de milhões de pessoas ao redor do mundo.
Existem muitas pessoas que utilizam Linux em seus desktop corriqueiramente, eu mesmo estou escrevendo este artigo de uma distro agora mesmo.

Alguns outros mitos

Existem mais alguns mitos interessantes para abordarmos aqui, mas como eu já falei deles amplamente em outras oportunidades, vou deixar apenas as referências, espero que você possa conferir.
Atenção ao "ter vírus", isso não significa ser vulnerável equivalentemente, vide o Android, e atenção também para o fato de que popularidade não está relacionada a qualidade de segurança do sistema e o sim ao quanto ele é visado.

- Linux tem problema de suporte a hardware

 Eu participei de um bate-papo bem bacana no canal Peperaio Harware há algumas semanas para falar justamente disso, confira aqui.
Mesmo com todas essas informações, ainda haverão pessoas que não considerarão o Linux para o seu uso doméstico, empresarial ou pessoal e francamente, por mim tudo bem, não vejo problema algum em quem gosta de usar Windows, mas eu realmente acredito que esses mitos não sejam mais bons motivos para tal, simplesmente dizer "eu gosto mais de outro sistema" é melhor do que apontar esses "problemas", o que seria perfeitamente concebível.
Como plataforma, distros Linux geralmente grátis, mais seguras e com várias opções de customização, aparência e usabilidade, ou seja, testar ao menos é só uma questão de curiosidade e internet para fazer o download, praticamente não existem barreiras.
Até a próxima!
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Google lança campanha mundial em apoio à Internet livre e aberta



03/12/2012 11h28 - Atualizado em 03/12/2012 11h29

Google lança campanha mundial em apoio à Internet livre e aberta

Thiago Barros
por 
Para o TechTudo

Uma Internet livre e aberta. Este é o desejo de muitos internautas e também de uma das maiores companhias do ramo da web, o Google. A empresa de Mountain View lançou, no seu blog oficial, uma campanha para manter a grande rede desta forma.

Já seguiu o @TechTudo_oficial no Instagram?
Mapa mostra reclamações de usuários contra censura na web (Foto: Divulgação)Mapa mostra reclamações de usuários contra
censura na web (Foto: Reprodução/Freeandopen)

















O post, assinado pelo vice-presidente Vint Cerf, é entitulado “Keep the Internet free and open”, ou seja, “Mantenha a Internet livre e aberta” e traz um desabafo do executivo em que ele pede que autoridades de todo o mundo não tentem censurar a liberdade que os internautas têm de se expressar na web.
“Um encontro de governantes de todo o mundo acontece em Dubai e a regulamentação da Internet está na pauta. A União Internacional de Telecomunicações está promovendo uma conferência entre os dias 3 e 14 de dezembro para revisar as leis e os governantes podem votar. Algumas propostas podem permitir que se justifique a censura da liberdade de expressão e até cortem o acesso à Internet em seus países”, diz a nota.   
A publicação tem ainda um mapa que demonstra em quais países houve algum tipo de manifestação à favor da Internet livre e sugere que os internautas que abraçam a causa acessem um abaixo assinadopara demonstrar sua opinião. “Por favor, faça sua voz ser ouvida e espalhe a mensagem”, encerra Cerf.
Alguma dúvida sobre o Google? Comente no Fórum do TechTudo!
Via Google

Como apagar todos os seus dados do Google

Como apagar todos os seus dados do Google

Medidas de segurança podem ajudar a proteger sua privacidade online e com o Google.

Por Felipe Vinha, para o TechTudo
 


Google mantém boa parte dos dados dos usuários, a partir de todas as páginas que você visita ou conteúdo que consome, utilizando serviços ligados ao seu login na empresa. Sites como YouTubeGmail ou o próprio buscador podem reter esses dados e arquivá-los de forma completa em um histórico. Saiba como proteger sua privacidade e apagar todos os seus dados do Google, em um passo a passo simples; veja.
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Search Engine Land)Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Search Engine Land)
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Search Engine Land)
Passo 1. Abra o endereço myactivity.google.com no seu navegador, é o site oficial de atividades de sua conta para o Google;
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Passo 2. Clique no menu de “três pontos”, no canto superior direito da tela, e em seguida na opção “Excluir atividade por”;
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Passo 3. Em “Excluir por data”, selecione a opção “Tudo” e, mais abaixo, a opção “Todos os produtos”. Confirme clicando em “Excluir”.
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Como deletar todos os seus dados do Google (Foto: Reprodução/Felipe Vinha)
Seus dados de histórico de navegação serão excluídos com sucesso após este processo. De forma alternativa, também é possível remover dados pessoais que aparecem em busca de pesquisa, mas não é garantido. Envolve entrar em contato com o Suporte do Google e solicitar a remoção em support.google.com.
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