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sexta-feira, 8 de março de 2013

PARA VOCÊ MULHER EM SEU DIA

De alguma mulher anônima...

"Parabéns!!! Nós somos perfeitas!!
Não ficamos careca, temos um dia internacional, podemos usar tanto rosa como o azul, temos certeza de que o filho é nosso, temos prioridade: as damas primeiro, se somos traídas somos vítimas, mulher de presidente é primeira dama, se decidirmos fazer um trabalho masculino somos pioneiras, e ainda fazemos tudo isso de salto. Enfim, somos perfeitas e maravilhosas. Feliz dia da Mulher!"

ass: Mabel Junior

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meu filho, você não merece nada


A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
Eliane Brum
   Divulgação
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br Twitter: @brumelianebrum


"Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.
"

(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O CORAÇÃO RECRIADO

Salmos 51.14-17

14  Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua louvará altamente a tua justiça.
15  Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor.
16  Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos.
17  Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus
.

Uma cirurgia faz sentido somente quando há alguma possibilidade de sucesso. O risco é real, e somente um tolo recusaria considerar o perigo.
A quaresma é o período para considerar uma cirurgia espiritual. Desta forma exagerada, desenhada sem dúvida nenhuma para chamar a nossa atenção, Jesus disse uma vez: "Se o teu olho direito te faz pecara, arranca-o e atira-o fora...E se a tua mão direita te faz pecar, corta-a e lança-a fora; é melhor que percas um de teus membros do que todo o teu corpo, indo para o inferno"  (Mt 5.29-30).

Antes de levarmos em consideração uma cirurgia, devemos levar em conta a possibilidade de sucesso. É a integridade ou a salvação, uma possibilidade genuína? Corações quebrantados podem ser reconstituídos? Este procedimento é válido para arriscar a troca de um coração?

Até provisões para a integridade de Deus já são dada. Antes de confessarmos nossos pecados, de fato, mesmo antes que percebamos nosso pecado, Deus nos dá o perdão e a restauração para uma vida abundante. O coração pode sim ser recriado!

Como? Devemos convidar o Espirito Santo a examinar nosso coração. Sob a orientação do espirito, cada um de nós será levado a confontar-se honestamente com as realidades da vida. Se existe pecado, este será exposto, teremos a experiência de confissão e receberemos força para o duro trabalho de transformação. Sofreremos algum desconforto espiritual e dor, remorso, mas receberemos o perdão de Deus com o arrependimento. O Espirito Santo será nossa companhia constante.

E experimentaremos a alegria da salvação e vida íntegra.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sorria... faz Bem!

SORRIR FAZ BEM AO CORAÇÃO: ESTÁ COMPROVADO
Está comprovado que bom humor e otimismo vacinam nosso corpo contra todo tipo de doença. O funcionamento do corpo melhora e várias dores diminuem visivelmente.
Quem sorri estimula o cérebro a liberar endorfina e serotonina — substâncias responsáveis pela sensação de prazer e felicidade. Essas substâncias proporcionam uma sensação de leveza e bem-estar, além de ativarem o sistema imunológico. Essa imunização ajuda a prevenir, principalmente, doenças ocasionadas por elevado grau de estresse.

O sorriso combate a depressão e o estresse, diminui a pressão arterial, melhora a digestão, desintoxica o organismo, espanta a dor e até deixa a pele mais bonita. Além disso, se você está sempre sorrindo, as pessoas irão querer sempre ficar perto de você e sua convivência social será muito favorecida.
Sorrir é um remédio sem efeitos colaterais; não precisa de prescrição e é de graça. Por isso, pare de franzir a testa e solte uma boa gargalhada sempre que possível que os benefícios virão.

O que acontece quando sentimos raiva?

Quando sentimos raiva, nosso corpo responde liberando dois hormônios que enfraquecem o sistema imunológico: estradiol e adrenalina. Portanto, quem sente raiva está sujeito ao surgimento de doenças ou ao atraso na recuperação de doenças já existentes. É praticamente impossível eliminar todos seus momentos de raiva. Por isso, o importante é estar consciente para que estes momentos sejam cada vez menos freqüentes e duradouros no seu dia-a-dia.
Você sabia que sorrir faz bem à saúde?Cultivar o bom humor deve ser uma filosofia de vida para todos. Você deve reconhecer as emoções boas ou más e respeitá-las. Mudar a forma de olhar para a vida não é fácil, mas é bastante possível com treinamento.
Por exemplo, se você se encontra em um congestionamento de trânsito… vale a pena perder a cabeça? É claro que não! Tente sempre olhar o lado positivo das coisas. Por que não tirar este tempo para ouvir música, conversar, ou pensar e fazer planos? Sempre procurar o lado positivo das coisas pode parecer um conselho simples demais, mas tente fazê-lo e veja como todo o mundo ao seu redor se modifica.


Sentimento de raiva traz perigos para a cabeça e coração

Uma experiência realizada na Southern California University e no Centro Médico Cedars-Sinai, nos EUA, mostrou que em indivíduos hipertensos as situações de estresse e raiva não provocam no fluxo sanguíneo mesmo efeito que essas situações geram nas pessoas com pressão arterial normal.
Em indivíduos saudáveis, a raiva e o estresse mental causam a dilatação da artéria carótida (que levam o sangue do coração para o cérebro) e aumentam o fluxo sanguíneo em toda a região cerebral. A pesquisa revelou que, nas pessoas hipertensas, o reflexo de dilatação não ocorre. Portanto, a situação de raiva não produz vasodilatação nem mudanças significativas no fluxo de sangue no cérebro.
De acordo com Tasneem Naqvi, um dos realizadores da pesquisa, a vasodilatação inadequada, ou a ausência de dilatação em resposta à situação de raiva ou estresse pode levar à isquemia do miocárdio (má irrigação do músculo cardíaco), aumentando os riscos de quem sofre de doença de coração, mesmo se o quadro estiver estável e controlado.
Para realizar a pesquisa, Tasneem Naqvi e seu colega Hahn Hyuhn avaliaram, por meio de ultra-som, a reatividade da artéria carótida e o comportamento do fluxo sanguíneo em resposta ao estresse.

Participaram da pesquisa dez voluntários saudáveis jovens (entre 19 e 27 anos), 20 voluntários saudáveis mais velhos (entre 38 e 60 anos) e 28 pacientes com quadro de hipertensão na faixa etária dos 38 aos 64 anos.
Durante a experiência, os voluntários foram submetidos a tarefas que provocam estresse mental, incluindo testes aritméticos e de leituras e simulações de situações que levam à raiva. Por meio das imagens de ultra-som, os pesquisadores mediram os efeitos das situações de estresse na artéria carótida e em uma artéria do cérebro. Ao mesmo tempo, foram medidas a pressão arterial e a frequência cardíaca dos participantes.
Já é sabido que, quando não há aumento do fluxo de sangue no cérebro durante atividades mentais, a cognição e o desempenho cerebral podem ser afetados. A descoberta da ausência de dilatação em resposta à raiva e ao estresse mental pode ajudar a identificar os indivíduos com maior risco de eventos cardiovasculares futuros.
Além das descobertas dos efeitos da raiva no fluxo sanguíneo, novos estudos têm mostrado que o sentimento causa mudanças elétricas no coração, que podem predizer arritmias futuras.

A raiva também pode causar o aumento de uma substância relacionado ao estreitamento das artérias, provocando doenças cardiovasculares. Segundo um estudo realizado na Universidade Duke, nos EUA, a raiva e outros fatores comportamentais e psicológicos podem ser os responsáveis por cerca de 50% dos ataques cardíacos em pessoas que não apresentam os fatores de risco tradicionais



Cuide do seu bem-estar

Esteja mais atento às coisas simples da vida: dormir melhor, caminhar em uma praça, estar com os amigos. Cuide bem de seu corpo e mente para ter bem-estar e auto-estima. Procure sempre se conhecer para saber o que lhe dá mais prazer. Tudo isso leva naturalmente ao sorriso.
Incorpore o bom humor no seu dia-a-dia. Vista-se de sorrisos e abrace o mundo com toda a sua atenção e delicadeza.
Estudo americano mostra que boas gargalhadas diárias, além de melhorarem o humor, afastam o risco de infartos e derrames.
Pesquisadores da Universidade de Loma Linda, nos Estados Unidos, submeteram diabéticos do tipo 2 com hipertensão e colesterol alto a sessões diárias de boas comédias. Assim, durante 30 minutos por dia, os voluntários riam sem parar do que viam na tela. O resultado foi que as gargalhadas, associadas ao tratamento à base de medicamentos, fizeram com que eles reduzissem as taxas de adrenalina, o hormônio do estresse. Além disso, elevaram o HDL, o bom colesterol, e derrubaram a proteína C-reativa, que está associada a inflamações e risco cardiovascular.
O riso estimula a produção das betaendorfinas, substâncias analgésicas 100 vezes mais potentes do que as morfinas. Essas substâncias relaxam a musculatura cardíaca e reduzem a pressão arterial, ajudando a prevenir anginas, infartos e derrames.
Para melhorar a capacidade de rir e ganhar com isso uma melhora da saúde é preciso seguir alguns conselhos:
1 – Organize-se, é preciso tempo para curtir a vida e gargalhar.
2 – Conheça-se, procure em você mesmo motivos para abrir aquele sorriso.
3 – Cuide-se, é claro que uma boa qualidade de vida melhora o humor.
4 – Valorize-se, autoestima faz você rir da vida.
5 – Deleite-se, aproveite cada instante do dia a dia com entusiasmo.
6 – Pense positivo, otimismo favorece boas gargalhadas.

E você já sorriu hoje?


segunda-feira, 28 de março de 2011

O DESFILE DA JUSTIÇA

Muitas vezes escutei sermões sobre as pessoas que estavam cobrindo o caminho de Jesus a Jerusálem, tecendo um grande tapete. Estes sermões focalizaram a história messiânica e como Jesus reverteu aquelas expectativas messiânicas. O reino era do mundo, e não uma parte deste mundo. o Reino de Jesus era bastante diferente do que se considera normalmente como um reino. Você também já ouviu esse tipo de sermão, e eles são seguros, dado o nosso ponto de vantagem por estarmos cronológicamente depois da crucificação.

Eu continuo fascinado pela resposta dada pelo povo. O povo não poderia ser da classe mercadora. Eles não deveriam ser parte do sistema. Aquelas pessoas estavam do lado de fora do sistema, porque os messias sempre deixam aqueles relacionados com o sistema muito preocupados. Eram pessoas excluídas, que reconhecendo o amor de Jesus, colocaram ramos e roupas no chão, para que ele pudesse passar. Os escritores do evangelho concordam com o fato de que  gritavam palavras de Hallel para celebrar a entrada de Jesus de Nazaré. Nós nos movemos rapidamente para o louvor: "BENDITO É AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR!".

Antes de entrarem no templo, ficaram mais tempo nas ruas. Estavam caminhando com Jesus para trazer o novo dia de Deus. Tudo o que eles podiam saber sobre a Teologia messiânica era que Jesus era mandado por Deus e de que Deus estava para fazer algo novo. Portanto, foi para o messias, este povo espalhou suas roupas pela estrada.
Focalize esta cena e torne-se parte daquela multidão.  Quem está na estrada com você? O que marca a sua irmandade com outros na multidão? O que você espera desses irmãos e irmãs? O que você lhes dá? O que você tiraria de sua vida para espalhar diante de Jesus?

Oração: Deus ajuda-me a remover a minha máscara. Leva-me a examinar a minha própria vida e motivações. Ajuda-me a perceber o que realmente significa dizer: "Bendito é aquele que vem em nome do Senhor!" Amém.

CULTO NO QUINTAL

Quem visitou a PIBE1 ontem dia 27 de Março, viu algo inusitado, os bancos estavam do lado de fora do templo, e as pessoas sentadas nos bancos que colocamos ali (para mim foi um presente pois foi o dia de meu aniversário de 44 anos e 9 meses). Que maravilha, as pessoas passavam e comentavam, que coisa bonita. Deus operou em nosso meio não porque ficamos do lado de fora do templo, mas porque todos chegaram com vontade de adorar, e o Senhor operou sobre maneira,foi uma noite muito especial aonde pessoas testemunharam de suas vitórias conquistadas em Cristo: Teve a irmã Rose Gebrim que contou com muita emoção, o que Deus realizou em sua vida através da troca de seu antigo nome que lhe causava muita frustração e dor, e todos nos emocionamos juntamente com sua história e nos alegramos com nossa irmã; tivemos a irmã Cintia que testemunhou de como Deus abriu uma porta para ela ter seu próprio negócio e ainda lhe enviou pessoas para lhe trazerem conteúdo para sua loja, esse Deus é demais; ainda contamos com o testemunho dos irmãos Carlos e Patricía, que testemunharam sobre a enorme porta aberta no senado federal, foi uma noite e tanto, e pra finalizar o Senhor nos trouxe o Irmão Marcos Alencar, o dono da rádio +FM, a melhor rádio evangélica do momento, que trouxe uma palavra abençoada para os nossos corações, Deus lhe abençõe Marcos estamos Juntos na peleja, e a vitória é nossa em nome de Jesus.

sábado, 26 de março de 2011

Aproveite a vida

Em um dia lindo como este, a melhor coisa a fazer é aproveitar o dia. Levante-se, e dê um chega pra lá na preguiça, faça um esforço para sair de casa, divirta-se com qualidade, você pode fazer um pic nic com a família, ou então somente fazer exercícios e praticar algum esporte, que coisa maravilhosa é fazer jus ao que recebeu de graça que é o dom da vida.
A noite poderá assistir a um bom filme, um dos clássicos para não correr o risco de assistir algo que tomará tempo e te deixará frustrado, chame os amigos, peça uma ou duas pizzas e depois jogue conversa fora aproveite este dia e no fim de tudo agradeça a Deus pela vida e pelo dia.
Deus te abençõe!

sexta-feira, 25 de março de 2011

MENSAGEM DO DIA: QUE DIA LINDO - BEAUTIFUL DAY!

Hoje acordei e me deparei com um lindo sol do lado de fora, e pensei: "QUE DIA MARAVILHOSO, OBRIGADO SENHOR, PORQUE POSSO APROVEITAR DELE!". Enquanto muitos estão sofrendo, e até por não perceberem a grandiosidade desse Deus maravilhoso, nós temos a possibilidade sem limites de vivenciar-mos o que a vida tem de melhor para nós através de nossa gratidão a Deus - o criador; o que desejo pra você neste dia é que tenha um dia belo cheio das riquezas espirituais. A grande questão é que o ser humano não separa tempo suficiente para aproveitar com sua família e amigos do mundo que o cerca, e assim perde em qualidade de vida, perde tempo com coisas que não acrescentarão nada de bom para ele.
Existem algumas coisa que devemos fazer para vivermos melhor, e uma delas é nos aceitarmos assim como somos e explico, porque uma das coisas que o homem mais deseja é a felicidade e saiba que felicidade se constrói, e para construí-la necessitamos entender algumas coisas básicas da vida:
  1. Tire a condicional "se" de sua vida, se desprenda disso, aprenda que o passado já passou e use como modo de adquirir experiência e maturidade, não se lamente pelo que já passou.
  2. Ajude a si mesmo tenha ânimo, persista não desista de seus planos.  Deus te ajudará.
  3. Tenha conceitos novos, esteja aberto, recicle seus pensamentos ou a forma de pensar; a palavra de Deus diz que devemos nos transformar pela renovação de nosso entendimento.
  4. Trabalhe, pois o ócio além de trazer doenças, estagna a vida. Mas lembre-se trabalhe sem se tornar escravo do trabalho, sinta prazer no que está fazendo meu amigo.
  5. Se tiver que dar prioridade, priorize a si mesmo, encontre meios de prazer na rotina do dia a dia.
  6. Aceite-se, que história é essa de que ninguém me ama? ame a si mesmo! Melhore sua estima, visualizando quem realmente você é! você é especial aos olhos do Senhor então tenha um excelente conceito de si mesmo, melhorando e aperfeiçoando-se a cada dia.
  7. E por fim seja crente, lembrando que está escrito: Tudo é possível ao que crê!

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Parábola do Muro



Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
- É porque o muro é MEU.


Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono. Pense nisso!

segunda-feira, 21 de março de 2011

MOMENTO DA VITÓRIA


A PARTIR DESTA DATA A NOSSA SECRETÁRIA, DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA EM ESTÂNCIA I, CONSEGUIU UMA GRANDE VITÓRIA PARA A SUA VIDA ESPIRITUAL, A TROCA DE SEU NOME ANTIGO QUE LHE CAUSAVA GRANDES TRANSTORNOS EMOCIONAIS E SOCIAIS. AGORA ELA PASSA A SE CHAMAR;

ROSE DOS SANTOS GEBRIM REIS

PARABÉNS IRMÃ ROSE, COM O SEU NOVO NOME, VEM NOVAS BENÇÃOS, NOVAS PROMESSAS E NOVAS VITÓRIAS DA PARTE DE DEUS. QUE O SENHOR LHE ESTENDA A MÃO SEMPRE, DE SEU QUERIDO PASTOR E AMIGO.