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terça-feira, 21 de abril de 2015

Conheça as 7 pessoas que controlam a internet do mundo inteiro

Por Redação Olhar Digital - em 16/04/2015 às 12h58
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  • Internet
  • Segurança


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Apesar de parecer fruto de uma teoria da conspiração, não é mentira: existem sete chaves físicas que controlam toda a internet. O repórter James Ball do jornal The Guardian esteve recentemente em uma "cerimônia de chave", uma espécie de renovação de votos dos guardiões destas chaves.

O ritual é realizado por uma organização chamada Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN). Ela é responsável por conferir endereços numéricos para sites e computadores e traduzi-los para os endereços da web que as pessoas digitam nos navegadores. Na prática, a ICANN mapeia os números dos sites do mundo inteiro e os transforma em palavras.

Isso significa que quem tiver o controle da base de dados da organização terá o controle da internet podendo, só para se ter uma ideia, redirecionar as pessoas para sites falsos quando elas digitarem os endereços de seus bancos.

Guardiões da internet
Pensando nisso, a associação desenvolveu um método seguro para garantir a segurança do tesouro: sete pessoas de diferentes nacionalidades são guardiãs de chaves físicas que contém senhas de acesso às informações e mais sete são uma espécie de guardiões reserva. Cada uma destas 14 pessoas possui uma chave de metal tradicional que abre um cofre onde fica um smartcard.

Unidos, os sete cartões inteligentes são uma espécie de “chave-mestra” da web. A senha é literalmente um código de computador.
Há cinco anos, quatro vezes por ano os guardiões principais se reúnem para a "cerimônia de chave", onde geram uma nova senha que é dividida em sete novamente.

Segurança
Para participar do ritual é necessário adentrar uma série de portas trancadas que envolvem uma série de procedimentos de segurança, como scanners de mãos e diversos códigos. A sala onde o procedimento acontece é monitorada por câmeras e não oferece qualquer tipo de comunicação com o mundo exterior.

Depois de gerado o novo código, cada um dos membros sai da sala sozinho. Mais tarde, eles se reúnem em um restaurante e comemoram a tarefa realizada com sucesso.

Fique Rico com Dividendos

Para formar investidores bem informados e bem remunerados

Já ouviu falar em John Rockefeller? Um dos magnatas do petróleo americano, ele ficou conhecido mundialmente como a primeira pessoa a atingir a cifra do bilhão de dólares.
Rockafella (para os íntimos) passou seus últimos 40 anos de vida numa boa, como aposentado e filantropo.
Sua máxima financeira ficou cravada na história pela seguinte frase:
"Do you know the only thing in life that gives me pleasure? It’s to see my dividends coming in”.
Ao que tudo indica, essa bela impressão sobre os dividendos é compartilhada por outros ricaços de primeira ordem.
A renda pessoal de Warren Buffett é quase que inteiramente composta por proventos. (em 2009, a proporção chegou a impressionantes 99,76%). E das 33 principais posições detidas pela Berkshire, 27 exibem um perfil bem característico de dividend payers.
Rockefeller e Buffett aprenderam faz tempo as várias benesses de uma generosa carteira de dividendos. Para abordar todas essas virtudes, precisaríamos de uma bíblia. Mas da maior vantagem, podemos - e devemos - falar agora mesmo. Pois é hora perfeita.
Se você acompanha nossas newsletters diárias, deve ter percebido que não estamos muito otimistas com Bolsa brasileira para os próximos 12 meses.Trabalhamos com um panorama reticente, ditado sobretudo por equívocos amadores do Governo Dilma na condução da política fiscal e no trato com o setor privado.
A vida financista nos ensinou a não ficar desesperado nesse tipo de situação, mas sim a aproveitar as grandes oportunidades de investimento que sempre aparecem mediante cenários de estresse.
Graças à resiliência em tempos difíceis, dividendos acabam respondendo pela maior parte dos ganhos derivados de ações. Mesmo num mercado estável ou decadente, a renda dos bons proventos continua pingando na sua conta, provendo-lhe de liquidez para arcar com os gastos do dia-a-dia e ainda aproveitar as barganhas geradas pelo clima depressivo.
Num uso ainda mais essencial, dividendos conferem graus de liberdade para que o investidor não tenha que vender ativos a fórceps bem no momento em que seu portfólio se encontra profundamente desvalorizado. Com proventos, você fica bem menos sensível à marcação de preços real time, pois responde ao fluxo de mercado também com um fluxo de renda - e não com seu estoque de patrimônio (note que os grandes prejuízos em Bolsa decorrem do descasamento entre fluxo e estoque).
Num contexto ideal - embora plenamente alcançável -, o entusiasta das vacas leiteiras deve construir seu pinga-pinga de dividendos de modo que ele supere o custo de vida. Ao ultrapassar esse ponto de equilíbrio, o investidor não tem mais que vender as ações que geram renda, mesmo se o Ibovespa der uma estressada. Daí em diante, fica muito mais fácil acumular riqueza.
Em suma: você fica rico primeiro não tendo que vender o que lhe torna rico, e depois empilhando os excedentes. Proventos são determinantes tanto para fixar o alicerce quanto na hora de empilhar, enquanto outras classes de ativos financeiros servem apenas a uma das duas fases - ou mesmo a nenhuma delas.

Pau pra toda obra

Vamos falar sério: para que servem as empresas, principalmente as listadas na Bolsa? Uai, se elas servirem a um só objetivo, é para gerar caixa aos seus donos. Do ponto de vista do acionista (que é dono), o que interessa mesmo é o lucro distribuído pelo negócio.
É claro, você tem todo o direito de se apaixonar por ventures nascentes de tecnologia, M&As oportunistas de bancos médios, incorporadoras quase quebradas ou perfurações ousadas em busca de petróleo na Namíbia. Há grandes riscos e grandes retornos potenciais em todas essas histórias de Bolsa.
Mas se você quiser jogar de forma simples e efetiva, com os dois pés no chão e as probabilidades a seu favor, não tem nada melhor que uma boa seleção de pagadoras de dividendos. Toda hora é hora de investir em vacas leiteiras, elas não te deixam refém de um pretenso “timing perfeito”.
Conforme vimos, elas seguram o tranco nas horas difíceis do relacionamento bursátil, mas também mandam ver contra as tentações cômodas da renda fixa brasileira.
E sabe por quê? Pois os dividendos crescem, e crescem, e crescem. Enquanto a renda fixa tem seus (cada vez mais raros) momentinhos de glória, mas perde fácil nas disputas ao longo dos anos. Mesmo com essa Selic a 11%, perde fácil.
Um exemplo típico desse embate desigual:
Suponha que você invista numa ação que custa R$ 10.A empresa te paga anualmente um dividendo de 60 centavos por ação - ou seja, 6% de rentabilidade direto na veia. Até aí, você não está nem perdendo nem ganhando da poupança.
Por exercício didático, podemos ignorar as perdas ou ganhos de capital neste argumento. Se considerarmos a hipótese de simetria para os cenários de baixa ou alta do preço da ação (grosso modo, chances de cair iguais às chances de subir), ficamos neutros em relação a investir nessa empresa ou investir na boa & velha poupança.
Ok, mas aqui entra o grande diferencial em prol das vacas leiteiras: enquanto a poupança é um ativo de payoffs estáticos (sempre pagando a mesma coisa), as cash cows proporcionam payoffs dinâmicos, com dividendos que aumentam ao longo do tempo.
Suponha que, depois de dois anos, essa mesma companhia passe a distribuir 90 centavos por ação - seja por fruto de maiores resultados, seja por elevação do payout (porcentagem dos lucros entregue diretamente aos acionistas).Trata-se de uma suposição perfeitamente crível, a julgar pelo histórico das pagadoras de proventos que acompanhamos.
Nesse contexto prospectivo, embora continuemos ganhando apenas 6% no primeiro ano, já poderemos embolsar 9% no terceiro ano (ou seja, 50% a mais do que a poupança), e provavelmente mais de 10% a partir do quarto ou quinto ano carregando a ação.
A renda fixa dos outros segue paradona, enquanto sua aposta nas vacas leiteiras vai se tornando mais e mais atrativa conforme passa o tempo.
No limite, os grandes ganhadores de dinheiro em Bolsa - como um Luiz Barsi ou Lirio Parisotto - com décadas de experiência investindo em ações, deparam-se hoje com um pinga-pinga que rende mais de 1000% ao ano sobre os respectivos preços de compra.
Sim, estamos falando de 1.000% ao ano. E você também pode chegar lá.
Basta escolher as vacas leiteiras certas e ter a obstinação de carregá-las em carteira por períodos longos - de 5, 10 ou 20 anos.
Podemos ajudá-lo também na segunda tarefa, contendo a ansiedade induzida pelas oscilações diárias da Bolsa (temos que pensar em anos, não em dias). Coloque seu email abaixo para se cadastrar nas newsletters diárias gratuitas da Empiricus.

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Mas nosso maior esforço fica mesmo com a primeira tarefa, de escolher as melhores cash cows.
Quer uma palhinha disso?

Um exemplo prático

Vejamos então o exemplo da Weg, uma empresa sediada em Santa Catarina, mas que vende motores, soluções de energia, tintas e vernizes no mundo inteiro (50% de suas receitas vêm de fora do Brasil).
O gráfico abaixo mostra a evolução da política de dividendos da Weg nos últimos oito anos:

grafico 
A despeito de pequenas nuances em um ou outro ano, fica claro que os proventos pagos por esta vaca leiteira multiplicaram-se dramaticamente no período, saltando de R$ 229 milhões em 2006 para R$ 462 milhões em 2013. Ou seja, um aumento de mais de 100%!
Olhando as colunas em azul claro (dividendos), você percebe que - nesses oito anos - a distribuição caiu ano contra ano em apenas uma ocasião: 2009, ano intimamente ligado a condições macroeconômicas excepcionais, no caso a crise financeira internacional, fora do alcance da própria empresa.
Nos outros sete anos, os acionistas de WEGE3 só viram sua rentabilidade crescer. Interessante, não? 

Há outros casos do tipo.
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Assinatura Beatriz Nantes

Saiba o que a Apple pergunta em suas entrevistas de emprego


Por Redação Olhar Digital - em 20/04/2015 às 15h04
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  • Apple
  • Carreira
  • Empregos


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A Apple é uma empresa notória tanto por seus produtos inovadores quanto pelas maneiras relativamente incomuns pelas quais ela realiza seus processos seletivos.

O site Entrepreneur selecionou algumas das questões mais difíceis realizadas em entrevistas de emprego da Apple. As perguntas foram retiradas do Glassdoor, um site norte-americano no qual empregados e ex-funcionários podem postar anonimamente avaliações sobre suas empresas e seus processos seletivos. Veja abaixo as 25 perguntas mais intrigantes:

1. "Me conte de algo que você fez na sua vida de que você se sinta particularmente orgulhoso."

2. "Quais são as suas falhas, e como você aprendeu com elas?"

3. "Descreva um problema interessante e como você o resolveu."

4. "Explique para uma criança de oito anos o que é um modem/roteador e suas funções."

5. "O que te trouxe até aqui hoje?"

6. "Você tem 100 moedas em uma mesa, cada uma com duas faces: cara ou coroa. 10 delas estão com "cara" para cima, 90 estão com "coroa". Você não consegue ver ou sentir, de maneira nenhuma, qual lado está para cima. Divida as moedas em duas pilhas, de forma tal que haja um número igual de "caras" em cada uma."

7. "O que você gostaria de fazer daqui a 5 anos?"

8. "Por que você gostaria de entrar na Apple e do que você sentiria falta em seu emprego atual caso a Apple te contratasse?"

9. "Descreva a si mesmo, o que te empolga?"

10. "Como você testaria uma torradeira?"

11. "Se nós te contratássemos, em que você gostaria de trabalhar?"

12. "Há três caixas. Uma contém só maçãs, outra só laranjas, a última contém maçãs e laranjas. As caixas foram etiquetadas incorretamente, de tal forma que nenhuma etiqueta identifica corretamente o conteúdo de sua caixa. Abrindo apenas uma caixa, e sem olhar dentro dela, você pega uma fruta. Olhando para a fruta, como você pode imediatamente etiquetar corretamente cada uma das caixas?"

13. "Você já discordou da decisão de um gerente? Como você abordou a discordância? Dê um exemplo específico e explique como você retificou essa discordância, qual foi o resultado final e como aquela pessoa te descreveria hoje."

14. "Por que nós devemos te contratar?"

15. "Você é criativo? O que é algo criativo que você pode pensar?"

16. "Descreva uma experiência que te tornou mais humilde."

17. "O que é mais importante: consertar o problema do cliente ou criar uma boa experiência para ele?"

18. "Você parece bem positivo, que tipo de coisas te deixam para baixo?"

19. "Me mostre (interprete) como você mostraria a um cliente que você está disposto a ajudá-lo usando apenas sua voz."

20. "Pensando em um aplicativo do estilo do iTunes que retira do ar várias imagens que se tornam desinteressantes ao longo do tempo, que estratégia você utilizaria para eliminar as imagens que caíssem em desuso ao longo do tempo?"

21. "Se você recebe uma jarra com uma mistura de moedas equilibradas e moedas viciadas, retira uma delas, joga ela três vezes e a sequência resultante é cara-cara-coroa, quais são as probabilidades de você ter pego uma moeda equilibrada e viciada?"

22. "Qual foi o seu melhor dia nos últimos quatro anos? Qual foi o pior?"

23. "Quantas crianças nascem a cada dia?"

24. "Quando você entra na loja da Apple como consumidor, o que você repara na loja? Como você se sente ao entrar pela primeira vez?"

25. "Se você tem dois ovos e quer descobrir qual é o andar mais alto do qual você pode derrubar um ovo sem quebrá-lo, como você faria? Qual é a melhor solução?"

Tecnologia ressuscitou Paul Walker em Velozes e Furiosos 7



Em 1999, Bill Gates previu o futuro da internet com precisão assustadora


Por Redação Olhar Digital - em 15/04/2015 às 16h04
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Pagar contas pela internet, dispositivos eletrônicos conectado à internet que cabem no nosso bolso, recomendações de hotéis em lugares para os quais você comprou passagem de avião e serviços de comparação de preços online são coisas comuns hoje, mas não eram em 1999.

Nesse ano, porém, Bill Gates lançou seu livro Business @ The Speed of Though ("Negócios na velocidade do pensamento"), no qual ele já previa todos esses desenvolvimentos da tecnologia, além de diversos outros, de maneira bastante exata.

Quem percebeu as semelhanças foi o finlandês Markus Kirjonen, estudante de administração e negócios na Universidade de Aalto. Kirjonen escreveu recentemente em seu blog que, após ler o livro, seu "respeito por Bill Gates aumentou exponencialmente".

Outras previsões que o fundador da Microsoft fez naquela época (e acertou) são: sites de busca de empregos, prospecção de negócios online, sugestões de comunidade com base em interesses (e não em localização), propagandas inteligentes que se baseiam em seu histórico de compras para oferecer outros produtos, serviços que permitem discutir ao vivo a programação de esportes da televisão e sites pessoais privados por meio dos quais as pessoas podem conversar com os amigos.

No livro, Gates compara o surgimento da internet á implementação da rede de energia elétrica: inicialmente, a eletricidade servia para ligar lâmpadas, mas com o tempo outros produtos foram desenvolvidos para se aproveitar da infraestrutura de energia elétrica já existente. Com a infraestrutura de internet, o processo é o mesmo, segundo ele.

Gates identificou também quatro áreas essenciais no desenvolvimento de qualquer negócio: planejamento, atendimento aos clientes, treinamento e trabalho em equipe. Segundo Kirjonen, soluções corporativas que mirem nessas áreas representam oportunidades interessantes de investimento para empreendedores.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Meu casamento não é o que eu esperava....e agora?

Uma palavra pastoral

Meu casamento não é o que eu esperava....e agora?
Sabe aqueles momentos em que você percebe que seu casamento não é o que você esperava? Você e seu marido pareciam ter tanta coisa em comum antes de se casarem. Mas agora nada é do jeito que você esperava. Há um rombo entre o casal e ao invés do sentimento de amor e liberdade você mais se sente uma prisioneira, ou um escravo. A primeira coisa que temos que nos perguntar é o motivo de você está desapontada/o com o seu casamento.

Por que isso acontece?
Na rotina do dia a dia - Precisamos entender a maneira de como trabalhar, dividir as tarefas, criar filhos, lidar com parentes, essas coisas podem aos poucos desgastar a felicidade do casal. Além do mais ainda há os problemas que acontecem inesperadamente — ter que cuidar de alguém da família com uma doença; um momento ruim na área financeira — podem trazer insatisfação e sobrecarga ao casamento.

Parece que vocês não combinam. No namoro, é fato de que o casal tem a tendência de perdoar tudo e amenizar as diferenças que aos poucos vão aparecendo Mas, depois de casados, os dois descobrem o quanto são diferentes na maneira de se comunicar entre si e com os amigos da família, o quanto são diferentes na maneira de se comportarem frente aos problemas, e na forma de administrarem as finanças. As diferenças que antes apenas incomodavam, agora parecem insuportáveis.













Distanciamento emocional. 
Com o passar do tempo, o acúmulo de palavras rudes e grosseiras, ou atitudes impensadas ou maldosas, talvez somente uma falta de atitude frente a algo, além de uma longa lista de desentendimentos não resolvidos, podem fazer com que marido e esposa deixem de se falarem um com o outro sobre seus sentimentos ou, pior ainda, comecem a se envolver emocionalmente com outra pessoa.









Expectativas irrealistas. 
Algumas pessoas se casam acreditando ter encontrado o “amor da sua vida”. Essa ideia pode parecer romântica, mas, na verdade, ela pode levar ao desastre. À medida que os problemas surgem, a ilusão do “par perfeito” desaparece, deixando os dois com a sensação de que o casamento foi um erro.

 O que pode ser feito?

Concentre-se nas qualidades de seu marido/esposa.
Podemos tentar nos concentrar nas coisas boas do cônjuge, por exemplo suas qualidades. Anote numa foto de vocês, ou até mesmo no bloco de notas em seu celular as qualidades que você ainda percebe nele/a, faça a releitura diária para se lembrar do que faz com que vocês se aproximem, e você lembrará das razões que te levaram a casar com seu marido ou com sua esposa. Se você se concentrar nas qualidades dele/a, isso vai ajudá-la/o a lidar com as diferenças e a sentir a paz tão desejada dentro do lar de vocês. — Princípio bíblico: Romanos 14:19.

Crie oportunidades para passar tempo juntos.
No namoro, é bem provável que vocês fizessem questão de passar tempo juntos. Tudo era novo e empolgante, e vocês sempre faziam planos para se encontrarem, na realidade quase todo dia. Que tal voltar a fazer isso? Crie oportunidades para que você e seu marido passem tempo juntos, faça passeio no shopping, faça pic-nic, vá ao cinema e depois ao parque de alimentação, invista nele/a, se arrume melhor pra ele/a, façam exercícios juntos, administrem o tempo de maneira correta, como dois namorados. Isso vai ajudar vocês a se aproximarem mais um do outro e a lidar melhor com as situações inesperadas da vida. — Princípio bíblico: Provérbios 5:18.

Fale sobre seus sentimentos.
É comum o casal que está com problemas se desentender quase que diariamente, são maus tratos, palavras ásperas e rudes, mas parece que você casou com um animal e não com um ser humano. Se você ficou magoada/o com algo que seu marido/esposa fez ou disse, tente não aumentar a chuva fazendo disso uma tempestade, as vezes temos que desconsiderar o mal que nos fazem se quisermos solucionar a situação. Se não consegue fazer isso, seja madura/o e não recorra ao silêncio. Assim que possível, talvez no mesmo dia, converse calmamente sobre o assunto com ele/a. — Princípio bíblico: Efésios 4:26.


Mostre discernimento.
É bem provável que nenhum de vocês queira ferir um ao outro. Mas, se você magoou seu marido/esposa, peça desculpas sinceras e deixe claro que essa não foi sua intenção. Daí, conversem sobre o que vocês dois podem fazer para evitar que isso aconteça de novo. Siga o conselho bíblico: “Tornai-vos benignos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-vos liberalmente uns aos outros.” — Efésios 4:32.

Seja realista. 
A Bíblia reconhece que aqueles que se casam “terão tribulação”. (1 Coríntios 7:28) Quando vocês tiverem problemas, não concluam logo que seu casamento foi um erro. Em vez disso, tentem resolver juntos qualquer desentendimento e ‘continuem a suportar um ao outro e a perdoar um ao outro liberalmente’. — Colossenses 3:13.

Que tal cumprir os votos?

Temos uma tendência natural de pensar que nosso cônjuge não está fazendo nada para melhorar a situação, e somos tendenciosos a olhar ceticamente para a situação e começamos a olhar para as coisas que não estão sendo feitas. Lembra-se do que você disse no seu voto de casamento? Será que você está cumprindo essas promessas? Que tal rever essas palavras. Resista à tendência de pensar no que seu marido/esposa não está fazendo. Seu voto contém as palavras que você expressou sobre o que você faria. Se cada um se concentrar em cumprir seu próprio voto, é provável que vocês dois fiquem satisfeitos com o resultado.