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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Assistente do Google

Assistente do Google irá a todo celular Android; saiba para que ele serve

Do UOL, em São Paulo
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  • Divulgação
    Google Allo com Google Assistant
    Google Allo com Google Assistant
Por mais que ainda enfrente problemas e a resistência de muitos usuários, os assistentes virtuais controlados por voz e texto estão avançando. A Google aposta alto no seu Assistant, tanto que agora ele deixou de ser exclusividade de poucos aparelhos --Pixel, Google Home, Google Allo e smartwatches com Android Wear--e está chegando a partir desta semana a smartphones com o Android 7.0 Nougat e o Android 6.0 Marshmallow. 
O assistente chegará automaticamente aos telefones com essas versões do Android por meio do Google Play Services, app que atualiza automaticamente certas funções do sistema.
No final do ano passado ele passou a fazer parte do app de mensagens Google Allo, podendo assim ser usado em quase qualquer celular com Android. Só que para isso você teria que obrigatoriamente ter o Allo instalado para usá-lo. Agora o Assistant poderá ser usado de forma independente.
Recém anunciado na feira Mobile World Congress, o celular LG G6 foi o primeiro aparelho de uma grande fabricante a trazer o Assistant de fábrica --os outros celulares que tinham isso, o Pixel e Pixel XL, são fabricados pela própria Google e não foram vendidos em muitos países, como foi o caso do Brasil.

O que o Assistant faz?

Ele na verdade é um passo adiante ao assistente de voz anterior da empresa, o Google Now. Ele foi criado para se "comportar" mais como uma pessoa, similar ao que faz a Siri nos dispositivos da Apple.
Desde que foi convertido para português, ele consegue responder a perguntas e frases triviais como "Bom dia" e "Como vai você?", dar sugestões com informações diretas a dúvidas e pedidos como "Mostre-me um restaurante perto daqui", entendendo o "daqui" como a localização do GPS do celular do usuário e devolvendo algumas opções de locais para comer por perto.
Ele também é integrado a outros serviços do Google e do celular, podendo sugerir um botão para ligar para o restaurante ou mostrar o mapa dele no Google Maps.
Outra semelhança com o Siri é o comportamento "espirituoso" do Assistant em alguns momentos. Ao responder, por exemplo, a "Onde está Will Byers?" personagem que desaparece no início da série de TV "Stranger Things", ele responde com "No mundo invertido" com o texto de cabeça para baixo.
O Google Assistant começará a ser lançado para usuários nos Estados Unidos, seguidos da Austrália, Canadá e Reino Unido, além da Alemanha. Mais países e idiomas serão acrescentados a essa lista ao longo deste ano.
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Veja os lançamentos da MWC 201719 fotos

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O smartphone Trekker-X3, da fabricante francesa Crosscall, é visto dentro de um tanque de areia no primeiro dia da Mobile World Congress (MWC) em Barcelona, na Espanha. O modelo, que custa 549 euros, é para quem gosta de usar celular na natureza. Ele tem certificação IP67, ou seja, é impermeável à água salgada e cloro e possui resistência a poeira e lama-- ainda traz tela de cinco polegadas Full HDImagem: Luis Gene/AFP

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Conheça o estúdio brasileiro que trabalhou em um dos principais games do ano


Conheça o estúdio brasileiro que trabalhou em um dos principais games do ano

Que "Horizon Zero Dawn" é um dos melhores jogos de 2017 e um forte candidato ao melhor título do ano todo mundo sabe. O que pouca gente sabe é que o jogo contou com a produção de um estúdio brasileiro. O Kokku, de Recife (PE), trabalhou no desenvolvimento de conteúdo 3D para o jogo.
E não foi pouco o trabalho da empresa nordestina no game. Segundo a própria companhia foram mais de 60 mil horas de trabalho com uma equipe de 20 pessoas pertencentes à divisão Diorama. O setor foi responsável pela criação de diversos personagens da trama, como robôs e montarias.
Se você ainda não jogou o game, mas quer conferir o trabalho da equipe brasileira basta assistir ao trailer do jogo divulgado ainda na E3 do ano passado. Segundo a empresa, quase todos os robôs que aparecem no vídeo foram produzidos em Recife.
“Horizon Zero Dawn” foi lançado nesta semana e está disponível apenas para PlayStation 4.
Via IGN

Por que a Nokia decidiu relançar o 'tijolo' 3310 em 2017?

Por que a Nokia decidiu relançar o 'tijolo' 3310 em 2017?

A Mobile World Congress - maior feira de tecnologia móvel do mundo - chamou muita atenção do público com um anúncio inesperado: o 3310, clássico celular da Nokia lançado em 2000, vai voltar às lojas em 2017, com direito a design repaginado e algumas boas referências ao modelo original.
Mas o que faz a Nokia apostar tanto em um produto mais do que ultrapassado? Afinal de contas, o 3310 não é um smartphone, o que significa que ele não oferece uma boa experiência online e sequer é aberto para a instalação de novos apps.
Além das claras diferenças no design, o novo "tijolinho" da Nokia tem também especificações bem datadas: câmera de apenas 2 MP, menos de 160 MB de memória interna e sequer é capaz de se conectar ao Wi-Fi. Não dá para usar o novo 3310 nem para mandar mensagens pelo WhatsApp.
Mas, quase 10 anos depois que o mercado de celulares mudou para sempre com o iPhone e o Android, qual o sentido de uma empresa dar tanto destaque a um "dumbphone"? A julgar pelo contexto em que está inserido, esse novo 3310 parece ser nada mais do que um inteligente investimento em marketing.
É importante destacarmos que a Nokia que faz esse novo 3310 não é a mesma que fez o modelo original. A empresa foi comprada pela Microsoft em 2013, quando foi fundida à sua divisão de tecnologia móvel. O negócio não deu certo e, pouco a pouco, a Microsoft se desfez dos profissionais que fizeram a Nokia original.
No ano passado, tudo o que restou da Nokia foi seu nome, que acabou revendido pela Microsoft por bem menos do que pagou em 2013. A marca foi parar nas mãos da finlandesa HMD Global, que fez questão de anunciar que a levaria de volta ao mercado com novos smartphones Android o mais rapidamente possível.
Reprodução
É claro que, antes de voltar para valer, a Nokia precisaria ressurgir das cinzas no imaginário coletivo. Uma forte estratégia de marketing era muito importante, pois a HMD precisava fazer com que as pessoas se lembrassem da Nokia, dos produtos de sucesso que a marca lançou no passado e que se esquecessem dos fracassos mais recentes.
Existe maneira melhor de lembrar do sucesso passado da Nokia do que relembrar o 3310? Há anos o aparelho é mantido vivo em fóruns e redes sociais, citado sempre como um exemplo de celular resistente e de bateria durável, um artefato nostálgico do qual poucas pessoas têm más lembranças.
Para cada novo iPhone que chega ao mercado, tem sempre alguém fazendo piada com a durabilidade dele em relação a um Nokia 3310. Se os novos smartphones se destacam pela versatilidade, também deixam a desejar em eficiência prática. "Se um iPhone 7 cai no chão, quebra-se o vidro; se um Nokia 3310 cai no chão, quebra-se o chão", costuma brincar o público.
O aparelho é um dos principais símbolos da marca Nokia, e por isso faz todo o sentido que seja revitalizado como jogada de marketing. A produção e comercialização de um celular desses custa muito pouco em comparação com o desenvolvimento de smartphones modernos. Vendido pelo equivalente a R$ 160, o relançamento do 3310 é o que, nos negócios, se chama de "no-brainer": uma decisão óbvia, quase sem custos, a resolução mais simples para um problema.
A própria HMD duvida que o futuro do mercado seja uma volta aos "dumbphones". Tanto que fez questão de anunciar três smartphones Android na mesma MWC em que revelou o novo 3310. Não há planos de realmente montar sua estrutura de negócios em cima de celulares simples, mas sim de reforçar ao público a ideia de que a marca está viva e pronta para recuperar seus dias de glória.
A volta do "tijolinho" nada mais é do que um símbolo desse renascimento. Se a estratégia vai funcionar ou não, só o tempo dirá. Mas, a julgar pelo barulho que esse relançamento fez, é justo afirmar que, pelo menos em um primeiro momento, o marketing fez seu papel.

Vulcão Etna, na Itália, entra em erupção


Fenômeno não representa perigo para moradores de regiões próximas. Aeroporto opera normalmente.


Vulcão etna em erupção nesta terça-feira (28) (Foto: Salvatore Allegra/AP)
O vulcão Etna, na ilha italiana da Sicília, entrou em erupção e mostrou nas últimas horas desta terça-feira (28) espetaculares explosões incandescentes, emissões de cinzas e vazamento de lava. Não há riscos para moradores da região.
O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da cidade siciliana de Catânia informou que desde as 18h (horário local, 14h de Brasília) de segunda-feira (27), a atividade na cratera sudeste, iniciada no dia 23 de janeiro, se intensificou de forma gradual.
Os tremores vulcânicos alcançaram seus níveis mais elevados durante a última noite, quando o vulcão começou a expelir lava a centenas de metros de altura.

Explosão no vulcão Etna, na Itália, nesta terça (28) (Foto: Antonio Parrinello/Reuters)
Também houve explosões de fogo e vazamento de magma, que desceu em direção ao pico Monte Frumento Supino, segundo o instituto de Catânia.
Os fenômenos se concentraram na zona superior do vulcão ativo mais alto da Europa, e não representam um perigo para a população, embora os moradores das localidades de Zafferana e Linguaglossa, situadas nas proximidades, tenham notado uma modesta chuva de cinzas.
As autoridades italianas acompanham com atenção a situação das estradas próximas. O aeroporto de Catânia segue operando normalmente.
O Etna tem 3.322 metros de altura e está situado na parte leste da ilha da Sicília, entre as províncias de Messina e Catânia.
Atividade no vulcão Etna, na Itália (Foto: Salvatore Allegra/Reuters)Explosão no vulcão Etna, na Itália, nesta terça (28) (Foto: Antonio Parrinello/Reuters)
Atividade no vulcão Etna, na Itália (Foto: Salvatore Allegra/Reuters)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

NOKIA RESSURGE





Nokia ressurge com três novos smartphones Android; nós testamos

Para quem achou que a Nokia era uma carta fora do baralho no mercado de smartphones, aqui está a resposta: três novos smartphones foram apresentados na abertura da Mobile World Congress, aqui em Barcelona; Nokia 6, Nokia 5 e Nokia 3. Os aparelhos devem marcar o retorno definitivo da marca ao mercado global de celulares, e rodando uma das versões mais puras do Android de todos os aparelhos no mercado; ou seja, sem nenhum aplicativo extra pré-instalado. A gente teve a oportunidade de experimentar todos eles…
Vamos de cima para baixo. O Nokia 6 é o mais potentes dos três. Tela Full HD de 5,5 polegadas , processador octa-core Snapdragon 430, opções com 3 ou 4 Giga de memória RAM e 32 ou 64 Giga de armazenamento. O design mantém o tradicional “quadradão" que marcou os aparelhos da marca. O acabamento é todo em alumínio. A câmera traseira tem 16 megapixels e a bateria, 3000 miliampere-hora de capacidade nominal.
Os outros dois, o Nokia 5 e o Nokia 3 são mais acessíveis. O primeiro tem processador Snapdragon octa-core, tela HD de 5,2 polegadas, 2 Giga de RAM, 16 Giga de armazenamento, câmera traseira de 13 MP e frontal de 8 MP. O Nokia 3 é o novo modelo de entrada da marca: processador Snapdragon quad-core, tela HD de 5 polegadas, 2 Giga de RAM, 16 Giga de espaço interno e câmera traseira de 8MP. Os três modelos possuem entrada para cartão microSD para expansão da memória interna.
Ao que tudo indica, a Nokia está apostando em entregar aos consumidores uma experiência competente de Android puro pelo menor preço possível. É possível perceber, mesmo com pouco tempo de uso, que a empresa fez alguns sacrifícios para abaixar o preço do aparelho - isso fica ainda mais claro no Nokia 3, o mais econômico do grupo. A empresa promete oferecer os dispositivos a preços competitivos, algo que ela já faz no mercado chinês. Os três aparelhos terão lançamento mundial no terceiro trimestre de 2017, mas a Nokia não soube dar mais detalhes sobre a data ou o preço de chegada dos aparelhos no Brasil

GOOGLE E SEU NOVO ASSISTENTE VIRTUAL

Assistente virtual do Google começa a ser liberado para mais smartphones

O Google anunciou a expansão de seu assistente virtual para smartphones além do Pixel.
A partir desta semana, o chamado Assistente — que está disponível em português — vai começar a ser liberado para celulares com Android 6.0 (Marshmallow) e 7.0 (Nougat). Juntas, as versões correspondem a 31,9% dos smartphones que operam com o sistema operacional do Google.
Isso significa que os donos desses smartphones passarão a contar com a possibilidade de usar um sistema que funciona mais ou menos como a Siri, do iPhone, só que de forma ainda mais ampla, já que o Assistente pode trabalhar tanto internamente quanto circulando entre produtos da empresa.
Até então, o sistema estava disponível apenas no Pixel (que é do próprio Google), no Google Home e no Android Wear, plataforma da empresa para dispositivos vestíveis. O Google promete espalhar o Assistente ainda mais, levando-o a televisores e carros.