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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Einstein: lacrando o universo há mais de 100 anos!


Ilustração mostra aproximação de buracos negros


E saiu a tão esperada coletiva de imprensa nos EUA. E quem apostou comigo ganhou. E a ciência como um todo ganhou: ondas gravitacionais finalmente foram detectadas!

E por que tanta onda com essa detecção?

É assim. Em 1905, Albert Einstein publicou um trabalho sobre ondas eletromagnéticas que acabou conhecido como a Teoria da Relatividade Restrita que tratava, entre outras coisas, de dilatação do tempo, contração do espaço, relação entre massa e energia e corpos acelerados em altas velocidades. Apesar do sucesso da teoria em corrigir a mecânica newtoniana para casos em que os corpos estejam submetidos a velocidades altíssimas, Einstein não estava satisfeito com sua aplicação para os casos em que a força da gravidade fosse muito forte. Sentia que sua teoria ainda não estava fechada e iniciou os estudos para generalizá-la. Finalmente, em 1916, Einstein publica sua Teoria da Relatividade Geral, onde faz um tratamento do espaço-tempo (tempo e espaço estão acoplados formando uma espécie de tecido, que pode ser esticado e contraído), resolvendo as questões que ele não tinha tratado na Relatividade Restrita. A Relatividade Geral trata essencialmente do comportamento da força gravitacional, a mais esquisita das 4 forças da natureza.

Da teoria de 1916 foi que surgiu o conceito do Big Bang, apesar de que a ideia geral já existia há mais tempo, de que o universo está em expansão e da existência dos buracos negros, entre outras consequências. Entre elas está a emissão de ondas gravitacionais.

De acordo com a teoria de Einstein, todas as vezes que corpos com grandes massas se movimentam eles perturbam o espaço-tempo, tratado como ‘tecido’ e emitem radiação sob a forma de ondas gravitacionais. A história toda não é fácil de se entender, demorou um tempo para que os outros físicos do planeta se tocassem dessa consequência da sua teoria e muitos se recusaram a aceitá-la! A Relatividade Restrita já mexeu nos alicerces da física, a Geral trocou esses alicerces. Passados 100 anos da publicação da teoria, muita gente ainda torce o nariz para ela.

Aos poucos, a Relatividade Geral foi sendo testada e foi sobrevivendo aos mais variados testes. As ondas gravitacionais previstas também precisavam ser detectadas, se elas não existissem, a teoria poderia ter outros furos e iria precisar ser reformada. A grande questão é que as tais ondas são tipo dez mil vezes menores que o núcleo de um átomo. As perturbações provocadas pela passagem de uma onda são mil vezes menores que um próton! Na teoria, detectar uma coisa dessas é até fácil, o instrumento tem sido usado já há mais de cem anos, mas como fazer na prática ele trabalhar em escalas subatômicas?

Assim nasceu o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferometria Laser (LIGO) nos anos 1970, idealizado por 3 físicos teóricos de renome: Kip Thorne, Rayner Weiss e Ronald Drever. Quando o três submeteram o pedido de financiamento para o LIGO, os maiores críticos do projeto estavam entrem os astrofísicos, acredite. A comunidade norte americana não acreditava que nenhum instrumento seria capaz de chegar a tamanha precisão e pior, que a detecção não teria serventia para estudar o universo, somente para confirmar um “detalhe” da teoria.

Muitas idas e vindas e o LIGO entrou em operação em 2002 e realmente não teria condições de detectar nenhuma marolinha gravitacional, a menos que fosse um evento-monstro aqui na esquina. Quais seriam os eventos que gerariam ondas gravitacionais apreciáveis? Explosões de supernovas, pares de estrelas de nêutrons, hipernovas e o evento mais energético do universo, a colisão de dois buracos negros.

O LIGO sofreu um upgrade e passou a funcionar em estado avançado em setembro de 2015 e já no dia 14 do mesmo mês os cientistas envolvidos se depararam com um sinal promissor. As duas instalações do observatório reportaram a detecção e os testes começaram. No post de ontem eu contei toda a história por trás dos rumores não confirmados que tiveram fim nessa quinta-feira última. Realmente, o time do LIGO havia detectado uma colisão entre dois buracos negros com massa de 29 e 36 vezes a massa do Sol, liberando mais energia do que todas as estrelas do universo conhecido! Ou seja, logo nos primeiros dias de operação, o evento mais energético do universo já havia sido detectado. Como diz o filósofo, a sorte acompanha o craque!

E o que a detecção das ondas gravitacionais vai nos render?

Esse era o teste final e mais difícil da Relatividade Geral. Se alguém gastava tempo e energia para tentar encontrar algum furo nela, melhor começar a fazer algo de útil. As ondas também resolveram a questão da existência dos próprios buracos negros. Acredite que até isso era duvidado pro vários físicos e astrofísicos. E na prática, mostrou que detectores de sinais tão ínfimos são possíveis de serem construídos.

Além disso tudo, a confirmação da existência de ondas gravitacionais abre uma nova janela para a astrofísica. A radiação gravitacional é a única capaz de nos mostrar a cara do universo assim que ele foi criado, nem mesmo a radiação cósmica de fundo, um fóssil do Big Bang pode fazer isso, pois ela foi emitida quando o universo tinha 380 mil anos de idade. A radiação gravitacional emitida nos primeiros instantes de vida do universo pode trazer informações sobre o estado dele naquela época. Como seria um universo do tamanho de escalas atômicas, quando a mecânica quântica ditava as regras? Aliás, a grande frustração de Einstein foi não ter conseguido unificar a sua Relatividade Geral com a nascente mecânica quântica, na verdade, ninguém até hoje foi capaz disso. De mera especulação, a astrofísica de ondas gravitacionais virou realidade hoje.

O prêmio Nobel de física deste ano é praticamente certo para a tríade de físicos que propôs o LIGO. Normalmente a Academia Sueca de Ciências espera um pouco para depurar as grandes descobertas, mas como Ronald Drever está mal de saúde (ele nem participou da coletiva) pode ser que as coisas saiam mais rápido do que o normal.

Alguns anos atrás tivemos a confirmação da existência do bóson de Higgs, fundamental para o modelo padrão de física de partículas. Esse ano já tivemos a detecção das ondas gravitacionais, teste final da Relatividade Geral. Que tempos interessantes estamos vivendo!


Ilustração: A. Simonnet (SSU)

SAIBA MAIS:


Quatro pontos para entender a descoberta que confirma teoria de Einstein e muda modo como vemos Universo

BBC
11/02/2016 18h21 - Atualizado em 11/02/2016 19h08

Pela primeira vez, cientistas detectaram as chamada ondas gravitacionais - um fenômeto previsto por Einstein cem anos atrás, mas que nunca havia sido comprovado.

Da BBC
Simulação ilustra colisão de buracos negros como aquela detectada pelo projeto Ligo (Foto: Andy Bohn et al.)Simulação ilustra colisão de buracos negros como aquela detectada pelo projeto Ligo (Foto: Andy Bohn et al.)


























Há 100 anos, Albert Einstein previu a existência de ondas gravitacionais como parte de sua Teoria Geral da Relatividade.
Durante décadas, os cientistas vinham tentando, sem êxito, detectar essas ondas – fundamentais para entender as leis que regem no Universo.
Isso até esta quinta-feira (11) - um dia que já vem sendo considerado histórico, já que um grupo de cientistas de vários países anunciou ter conseguido detectar pela primeira vez as chamadas ondas gravitacionais.
Essa comprovação é uma das maiores descobertas da ciência do nosso tempo porque, além de confirmar as ideias de Einstein, abre as portas para maneiras totalmente novas de se investigar o Universo. A partir de agora, a astronomia e outras áreas da ciência entram uma nova era.
Os pesquisadores do projeto LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory, ou observatório de Interferometria de Ondas Gravitacionais), em Washington e na Lousiana, observaram o fenômeno e acompanharam distorções no espaço com a interação de dois buracos negros a 1,3 bilhão de anos-luz da Terra.
Mas o que exatamente essa descoberta significa? Veja quatro dos principais pontos.
O que exatamente são ondas gravitacionais?
Segundo a teoria de Einstein, todos os corpos em movimento emitem essas ondas que, como uma pedrinha que afeta a água quando toca nela, produz perturbações no espaço.

A Teoria da Relatividade de Einstein é um pilar da física moderna que transformou nosso entendimento do espaço, do tempo e da gravidade. E por meio delas entendemos muitas coisas: da expansão do Universo até o movimento dos planetas e a existências dos buracos negros.
Essas ondas gravitacionais são basicamente feixes de energia que distorcem o tecido do espaço-tempo, o conjunto de quatro dimensões formado por tempo e espaço tridimensional.
Assim, qualquer massa em movimento produz ondulações nesse tecido tempo-espaço. Até nós mesmos.
E Einstein previu que o Universo estava inundado por essas ondas. Esse efeito, no entanto, é muito fraco, e apenas grandes massas, movendo-se sob fortes acelerações, podem produzir essas ondulações em um grau razoável.
Assim, quanto maior essa massa, maior é o movimento e maior são as ondas. Nessa categoria entram explosões de estrelas gigantes, a colisão de estrelas mortas superdensas e a junção de buraco negros. Todos esses eventos devem radiar energia gravitacional na velocidade da luz.
Como os cientistas detectaram essas ondas?
Os pesquisadores trabalhavam há anos para detectar as minúsculas distorções causadas quando as ondas gravitacionais passam pela Terra. Os detectores nos Estados Unidos – localizados no Ligo – e na Itália (conhecido como Virgo) são ambos formados por dois túneis idênticos em forma de L, de 3 km de largura.

Nele, um feixe de laser é gerado e dividido em dois – uma metade é disparada em um túnel, e a outra entra pela segunda passagem.
Espelhos ao final dos dois túneis rebatem os feixes para lá e para cá muitas vezes, antes que se recombinem. Se uma onda passa pelo túnel, ela vai distorcer levemente seu entorno, mudando a longitude dos túneis em uma quantidade diminuta (apenas uma fração da largura de um átomo).
E a forma com que as ondas se movem pelo espaço significa que um túnel se estira e outro se encolhe, o que fará com que um raio laser viaje uma distância levemente maior, enquanto o outro fará uma viagem mais curta.
Como resultado, os raios divididos se recombinam de uma maneira diferente: as ondas de luz interferem entre si, em vez de se cancelarem. Essa observação direta abre uma nova janela para o cosmos, uma janela que não seria possível sem Einstein.
E qual a implicação disso?
Os objetos também emitem essas perturbações que acabaram de ser detectadas, mas a partir de agora os físicos poderão olhar os objetos com as ondas eletromagnéticas e escutá-los com as gravitacionais.

“Agora, o que se tem são sentidos diferentes e complementares, para estudar as mesmas fontes. E com isso, podemos extrair muito mais informações”, disse à BBC Mundo, Alicia Sintes, do departamento de física do Instituto de Estudos Espaciais da Catalunha, na Espanha, que participou do projeto.
“Não estamos falando de expandir um pouco mais o espectro eletromagnético, mas de um espectro totalmente novo.”
A especialista afirma as ondas eletromagnéticas dão informações do Universo quando ele tinha 300 mil anos de idade.
“Já com as ondas gravitacionais, pode-se ver as (ondas) que foram emitidas quando o Universo tinha apenas um segundo de idade.”
É isso que será possível estudar a partir de agora.
Outro impacto diz respeito aos buracos negros: nosso conhecimento sobre a existência deles é, na verdade, bastante indireto. A influência gravitacional nos buracos negros é tão grande que nem a luz escapa de sua força. Mas não podemos ver isso em telescópios, só pela luz da matéria sendo partida ou acelerada à medida que chega muito perto de um buraco negro.
Já as ondas gravitacionais são um sinal que vem desses objetos e carrega informações sobre eles. Nesse sentido, pode-se até dizer que a recente descoberta significa a primeira detecção direta dos buracos negros.
Qual o efeito causado por essas ondas na Terra?
Quando as ondas gravitacionais passam pela Terra, o tempo-espaço que nosso planeta ocupa deve se alternar entre se esticar e se comprimir.

Pense em um par de meias: quando você as puxa repetidas vezes, elas se alongam e ficam mais estreitas.
Os interferêmetros do Ligo, aparelhos usados para medir ângulos e distâncias aproveitando a interferência de ondas eletromagnéticas, vêm buscando esse estiramento e compressão por mais de uma década.
A expectativa era a de que ele detectaria distúrbios menores do que uma fração da largura de um próton, a partícula que compõe o núcleo de todos os átomos.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Até Deus seria demitido se fosse um investidor ativo


Reuters
Operador NYSE
Operador: segundo estudo, mesmo os melhores fundos do mercado apresentam quedas no meio do caminho
São Paulo – Nem seres onipotentes, ou videntes, se dariam bem caso resolvessem montar um fundo de hegde. Pelo menos é isso o que afirma um estudo da Alpha Arquitect, uma startup norte-americana de serviços financeiros.
“Em outras palavras, um gestor de ativos que é vidente, e sabe de antemão exatamente quais ações serão vencedoras a longo prazo seria provavelmente demitido várias vezes ao administrar o dinheiro de outras pessoas”, explica Wesley R. Gray autor do estudo e fundador da Alpha Architect.
O estudo
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Para provar sua teoria, Gray montou carteiras de investimento apenas com as ações que registraram os melhores retornos em um prazo de cinco anos entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos. “Nós olhamos para todos os retornos, incluindo dividendos”, explica Gray.
A primeira carteira foi formada com as ações que tiveram os melhores retornos entre o dia 1º de julho de 1926 até o dia 30 de junho de 1931, fechando o ciclo de cinco anos. Uma nova carteira foi montada com ações que tiveram os melhores resultados entre 1º de julho de 1931 e 30 de junho de 1936 e assim sucessivamente até 2009, sempre montando uma nova carteiraa cada cinco anos e com início no dia 1º de julho.
A questão que Gray queria solucionar era: se Deus, ou qualquer ser onipotente, quisesse criar um fundo de hedge, ele nunca seria dispensado pelos clientes?
Em fundos de hegde os investimentos costumam ser mais agressivos e as estratégias são consideradas arriscadas. Os investidores ativos, que trabalham nesses fundos, não se limitam a reproduzir carteiras de índices de ações renomados, por exemplo.
Neste caso, quem mais teria as estratégias necessárias para comandar um desses fundos do que um ser que sabe o que acontecerá no futuro? Foi o que pensou Gray.
O resultado
Mesmo assim, a resposta que Gray encontrou é que provavelmente nem colocando suas fortunas nas mãos de Deus as pessoas ficariam tranquilas. 
Isso porque o autor do estudo mostra que mesmo que alguém tivesse o poder de prever quais seriam as ações mais rentáveis nos próximos cinco anos e montasse um fundo apenas com esses papéis, essa carteira apresentaria uma queda no meio do caminho e provavelmente os cotistas desses fundos se sentiriam pressionados a resgatar seus recursos. 
Por isso, mesmo que Deus formasse essas carteiras, que certamente seriam vitoriosas ao final do prazo de cinco anos, ele seria demitido pelos seus cotistas, que perderiam sua fé no meio do caminho. 
O primeiro portfólio montado por Gray, por exemplo, sofreu uma queda de 75,9% entre agosto de 1929 e maio de 1932. É claro que a grande depressão de 1929 acabou com muitas carteiras, mas a tabela abaixo mostra outros períodos em que as perdas teriam feito qualquer investidor blasfemar contra algum todo-poderoso.
Os maiores "sustos" da carteira:
Data inicialData finalRetorno da "carteira de Deus" no períodoDesempenho do S&P 500 no período
30/08/192931/05/1932-75,96%-84,59%
31/03/193731/03/1938-44,04%-51,11%
31/05/200828/02/2009-42,18%-45,72%
31/03/200031/03/2001-34,03%-21,48%
31/10/197330/09/1974-30,74%-38,91%
31/08/198730/11/1987-27,94%-29,58%
31/03/196230/06/1962-23,35%-20,64%
30/11/198030/091981-22,89%-13,69%
30/04/194031/05/1940-19,16%-23,13%
31/05/194631/10/1946-19,09%-21,97%
Fonte: Alpha Arquitect
Posições vendidas
Não satisfeito, Gray testou sua “teoria de Deus” criando uma carteira ainda mais típica de fundos de hegde: além de comprar as melhores ações para um retorno em cinco anos, Gray adotou uma posição vendida, ou seja, apostou na queda das ações que sabia que teriam o pior retorno em cinco anos.
"Certamente, esse seria um fundo de hedge ao estilo de Deus", ponderou.
Dessa vez Gray obteve resultados ainda piores em curtos prazos. Como mostra a tabela a seguir. Entre junho de 1932 e junho de 1933, por exemplo, sua carteira com as posições compradas e vendidas caiu 69,8%, enquanto, no mesmo período, o índice S&P 500, um dos principais índices norte-americano, teve um retorno de 168,5%.
Data InicialData FinalRetorno da "carteira de Deus" no períodoDesempenho do S&P 500 no período
30/06/193230/06/1933-69,80%168,60%
28/02/200930/09/2009-54,59%45,01%
30/09/200231/01/2004-49,36%42,33%
29/06/193529/02/1936-43,59%46,96%
31/12/197429/02/1976-38,02%52,51%
31/12/193328/02/1934-37,08%7,79%
31/12/193028/02/1931-36,01%17,73%
31/12/199031/03/1991-28,56%14,71%
30/06/193930/09/1939-28,20%22,56%
31/03/200028/02/2001-25,49%-16,16%
Fonte: Alpha Arquitect
“O que esses números revelam é que mesmo o próprio Deus seria demitido várias vezes. O desempenho do fundo de hedge perfeito seria esmagado muitas vezes em comparação com um índice passivo, antes de obter seus retornos”, comenta Gray.
Já dizia o economista John Maynard Keynes: “os mercados podem permanecer irracionais por mais tempo do que nós podemos permanecer solventes.”

Grupos no WhatsApp agora podem ter até 256 participantes


Justin Sullivan/Getty Images
Whatsapp
Whatsapp: empresa vai monetizar app com versão para empresas
São Paulo – O WhatsApp aumentou nesta semana a quantidade máxima de pessoas que pode participar de um mesmo grupo. O limite, que antes era de 100 contatos, agora é de 256. 
A mudança foi primeiramente notada pelo site NDTV e está disponível por meio de uma atualização do WhatsApp em suas versões para smartphones com sistema Android e iPhones.
O processo de criar grupos não mudou em nada, somente o número de participantes foi elevado.
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A novidade chega na mesma semana em que o WhatsApp anunciou que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensalmente. A empresa informou recentemente que vai monetizar o seu negócio com planos corporativos – e o aumento de participantes nos grupos pode ser sinal de que a companhia se prepara para isso. 

Microsoft Edge

Um ano depois do lançamento da sua versão para computadores, o WhatsApp passou a funcionar no novo navegador do Windows 10, o Microsoft Edge
O processo de sincronização é o mesmo usado nos demais navegadores. No entanto, em depoimento recente a EXAME.com, Jan Koum, CEO do WhatsApp, afirmou que o recurso batizado de WhatsApp Web funciona melhor no navegador Google Chrome do que nos demais.
Koum também ressaltou que o uso em PCs requer que o smartphone esteja por perto para que o histórico de mensagens do usuário permaneça armazenado somente no aparelho. Com essa medida, a ideia é aumentar a segurança dos dados.