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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Brasil leva 7 da Alemanha e sofre a sua pior derrota; veja os comentários nas redes sociais


Laurence Griffiths/Getty Images
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E se o Neymar não tivesse se machucado? E se o Thiago Silva não recebesse o segundo cartão amarelo? E se o Felipão não tivesse feito a escolha por Bernard, abrindo o meio de campo? São respostas que nunca ninguém terá. O que se sabe é que a seleção brasileira passou pelo maior vexame da sua história nesta terça-feira, quando levou 7 a 1 da Alemanha, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, e deu adeus ao sonho do hexa em casa. A torcida, chorosa, levantou e aplaudiu de pé o algoz que jamais será esquecido.
No País do Futebol, a Alemanha, que vai à sua oitava final de Copa do Mundo, deu uma aula. Jogou com uma organização impressionante, disciplina tática, troca de passes, marcação sob pressão e, principalmente, determinação. Do outro lado, faltou gana à seleção brasileira no primeiro tempo, quando ainda era possível evitar, senão a derrota, pelo menos um vexame.

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Ao Brasil resta assistir da televisão a final deste domingo, no Maracanã. Um dia antes, a seleção entra em campo no estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, em uma despedida melancólica da Copa do Mundo, decidindo o terceiro lugar contra quem perder o jogo entre Holanda e Argentina, nesta quarta, em São Paulo.
A decisão no Rio pode reeditar a final de 1974, quando a Alemanha venceu a Holanda, ou a de 1986, quando perdeu da Argentina, ou a de 1990, quando deu o troco nos argentinos. Miroslav Klose ainda terá mais uma partida para ampliar o seu recorde de gols. Nesta terça, ele marcou um, chegou a 16 e é o maior artilheiro da história das Copas, passando Ronaldo, que tem 15. Müller, com cinco nessa Copa, chegou a 10 na carreira. E ele tem apenas 24 anos.
O JOGO - Os erros ainda serão discutidos por muitos anos, mas alguns são claros. A começar pela formação escolhida por Felipão. Com Bernard no lugar de Neymar, abrindo mão da ideia de escalar três volantes, que parecia a mais provável, o treinador entregou o meio de campo para a Alemanha. Fernandinho nervoso e Oscar omisso desde o início da partida deixavam que o melhor meio de campo do mundo sobrasse.
Foram três minutos de domínio do Brasil. Um ataque frustrado, uma recuperação de bola ainda no campo de ataque e um chute de Marcelo, à esquerda do gol. Após o primeiro ataque alemão, David Luiz deu um lindo lançamento, de pelo menos 60 metros, para Hulk. O atacante recebeu na ponta esquerda e cruzou, mas Neuer não chegou.
Só que o lançamento foi o único acertado pela defesa brasileira. O meio de campo inexistia e, por isso, as bolas iam direto dos zagueiros para os atacantes. Ou melhor, para os zagueiros alemães. Sem saída de bola, o Brasil entregava a posse dela para a Alemanha, que sabia exatamente o que fazer.
O primeiro gol começou em um erro de Marcelo, que errou passe de forma amadora no meio de campo. Ele se recuperou, matou o contra-ataque alemão, mas cedeu escanteio. Aí quem errou foi o festejado David Luiz, que deixou Müller sozinho na segunda trave pau para abrir o placar, aos 10 minutos.
Ainda houve um intervalo de 12 minutos até começar o baile. Período em que o Brasil nada criou. Tocava a bola na zaga até algum dos quatro homens da linha de defesa dar um chutão para frente. Aos 22, porém, Kroos escorou para Klose, que recebeu livre e bateu para boa defesa de Julio Cesar. No rebote, ele fez 2 a 0.
Daquele chute até o placar apontar 5 a 0 o relógio andaria apenas 6 minutos e 40 segundos. No terceiro, Lahm cruzou, ninguém tirou e Kroos pegou bonito na bola. Julio Cesar tocou nela, mas de nada adiantou. O quarto entra na conta de Fernandinho, que perdeu bola boba para Khedira na entrada da área. O meia tocou para Kroos fazer mais um.
No quinto, tabela entre Khedira e Özil, para o jogador do Real Madrid bater rasteiro para o gol, no contrapé de Julio Cesar. Aos 31 minutos, a Alemanha ainda quase fez o sexto, mas o chute de Kroos desviou em David Luiz e passou rente à trave direita.
O jogo já havia acabado aos 28, mas restavam mais 62 minutos a se jogar. Nos 17 que faltavam no primeiro tempo, o Brasil só rezou para não levar uma goleada maior. Felipão só foi mexer no time no intervalo, com Paulinho e Ramires nos lugares de Hulk e Fernandinho.
A equipe melhorou e, finalmente, mostrou algum futebol no Mineirão. Antes dos 10 minutos, criou duas ótimas chances, com Oscar, que mandou para fora, e Ramires, que parou em Neuer. A Alemanha, entretanto, seguia perigosa e quase fez o sexto com Müller. Julio Cesar fez boa defesa.
Calada, já sem muitos torcedores, que saíram no primeiro tempo mesmo, a parte brasileira do Mineirão assistiu ao segundo tempo passivo. Só explodiu na hora de xingar Fred, em uníssono. Centroavante que falta no Brasil sobra na Alemanha. Aos 23 minutos, em ritmo de treino, Schürrle recebeu livra na área e fez o sexto.
O atacante do Chelsea também faria o sétimo, depois de receber de Müller. A torcida levantou e aplaudiu os alemães, merecidamente. Até o fim da partida, a seleção brasileira ainda ouviria "olé" do seu próprio torcedor. Comemorações pelo gol de Oscar, nos acréscimos, só ironicamente.

Argentino de 16 anos morre vítima de infarto durante cobrança de pênaltis


Outro torcedor, de 45 anos, sofreu infarto durante comemoração e não resistiu

Por Buenos Aires
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De acordo com o jornal "La Nación", dois torcedores morreram vítimas de infarto em decorrência da partida da Argentina contra a Holanda, pelas semifinais da Copa do Mundo. Um deles, de apenas 16 anos, passou mal durante a cobrança de pênaltis. A outra vítima, de 45 anos, sofreu um infarto enquanto comemorava a dramática vitória da seleção de Messi e cia.
Jovem de 16 anos assistia à partida Argentina x Holanda em telão instalado na Praça Belgrano, em La Banda (Foto: Reprodução / Twitter )Jovem de 16 anos assistia à partida em telão instalado na Praça Belgrano, em La Banda (Foto: Reprodução / Twitter )



Em La Banda, na província de Santiago del Estero, um jovem de 16 anos sofreu um infarto logo após a primeira defesa do goleiro Romero na cobrança de pênaltis. Erick Tench assistia ao jogo em um telão instalado em uma praça, e foi levado ainda com vida para o hospital. No local, os médicos não conseguiram reanimá-lo.

- Durante a prorrogação, ele dizia que estava se sentindo mal, que estava nervoso, mas todo mundo estava assim e não pensamos que poderia ser algo tão grave - disse um dos amigos do jovem ao jornal.

Em Marcos Juárez, na província de Córdoba, Gustavo Offer, de 45 anos, morreu enquanto participava das comemorações pela vitória da Argentina. Ele passou mal em meio a uma multidão de torcedores que celebravam nas ruas da cidade. O homem recebeu atendimento no local e foi transportado para o hospital, mas não resistiu. 

Tira-teima: Maracanã terá desempate entre Alemanha e Argentina na Copa

 - Atualizado em 


Sul-americanos levaram a melhor na final em 1986, e europeus deram o troco quatro
anos depois. Na história do confronto, argentinos são fregueses apenas em Mundiais

Por Rio de Janeiro
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Eram 38 minutos do segundo tempo naquele 29 de junho de 1986, no Estádio Azteca, no México. Argentina e Alemanha empatavam em 2 a 2 na primeira vez em que se enfrentavam numa final de Copa do Mundo. Rudi Völler havia empatado o jogo três minutos antes, depois de os argentinos terem aberto 2 a 0 no placar, e o momento parecia favorável aos alemães. Mas do outro lado havia um camisa 10 baixinho, gênio e genial. E bastou um único toque dele na bola. De primeira, Maradona lançou na direita para Burrochaga, que entrou na área e tocou na saída de Schumacher para fazer 3 a 2. Foi o único momento de liberdade de Don Diego em toda a partida, e ele decidiu. A Argentina era bicampeã do mundo (assista ao vídeo acima).
Quatro anos depois, as duas seleções estavam novamente em campo para decidir a Copa, desta vez na Itália. O palco era o Estádio Olímpico, em Roma, e a história naquele 8 de julho foi igualmente diferente. Diferente e com polêmica. A Argentina jogava com um a menos – Monzón havia sido expulso aos 20 minutos do segundo tempo –, e o 0 a 0 persistia até os 39, quando o árbitro mexicano Edgardo Codesal marcou pênalti de Sensini em Völler num lance polêmico –  "Ele (Sensini) apenas bota o corpo, estica a perna protegendo. O Völler vai e se joga no chão porque não tinha mais o que fazer", disse Arnaldo Cezar Coelho na transmissão da TV Globo à época. Mas os germânicos não tinham nada com isso. Brehme foi para cobrança e venceu Goycochea, que havia defendido quatro penalidades no Mundial. A Alemanha era tricampeã do mundo (assista aos melhores momentos no vídeo acima).
O tira-teima acontece neste domingo, no Maracanã, que verá uma Argentina que voltou a figurar entre as quatro melhores seleções do mundo após 24 anos – a última vez havia sido exatamente na Copa de 1990. Verá também a Alemanha pela quarta vez consecutiva entre as principais equipes (foi vice-campeã em 2002, terceira colocada em 2006 e 2010). Mais do que isso, um time no embalo da implacável goleada de 7 a 1 imposta sobre a seleção brasileira para chegar a sua oitava decisão de Mundial. E verá o terceiro duelo consecutivo entre os dois países na competição, com vantagem dos alemães: despacharam os argentinos nas quartas de final em casa e também na África do Sul (assista ao vídeo acima). Na história das Copas, seis confrontos até a grande final no Brasil: duas vitórias para cada lado e dois empates – apesar de um destes, em 2006, ter acabado com triunfo germânico nos pênaltis.
A vantagem alemã, no entanto, acaba aí. As duas seleções já se enfrentaram 20 vezes, entre jogos amistosos, Copa do Mundo, Copa das Confederações e um único duelo no Mundialito do Uruguai. A Argentina soma nove vitórias, e a Alemanha, seis. Ambas as seleções marcaram 28 vezes. A primeira vez que se enfrentaram foi justamente num Mundial, em 1958, na Suécia, com 3 a 1 para os alemães. No último duelo, em amistoso realizado em Frankfurt, em 2012, os argentinos não tomaram conhecimento dos anfitriões e devolveram o placar com gols de Messi, Di María e Khedira (contra). Höwedes descontou.
Confira todo o história do confronto entre os finalistas da Copa 2014
INFO - números confronto Alemanha e Argentina (Foto: Editoria de Arte)

Após morte do Orkut, ICQ ressurge para competir com o WhatsApp


Se os nostálgicos ficaram tristes com a notícia da morte do Orkut, talvez se animem com a rejuvenescida do ICQ, outro serviço que faz parte da "velha guarda" da internet. O grupo Mail.Ru, que detém o aplicativo, anunciou uma série de novidades.
Leia mais notícias no Portal Araruna Online
Disponível para computadores e dispositivos móveis, o ICQ ganhou um novo design, suporte a chamadas em vídeo, conversas em grupo e acesso via número de telefone, o que o coloca em pé de igualdade com o WhatsApp.
Para a empresa, a maior novidade são as chamadas em vídeo, que podem ser feitas de forma gratuita e simples, bastando ligar a câmera durante uma conversa. O chat em texto também funciona de forma dinâmica: para falar com mais gente, basta adicioná-las no meio da conversa e ela se torna um bate-papo em grupo.
Outra coisa interessante da nova versão é a possibilidade de trocar mensagens a quem não é usuário do ICQ. Basta selecionar o contato e enviar o conteúdo, que será entregue como SMS gratuitamente. As respostas da pessoa aparecerão na janela de bate-papo, e não no app de SMS.
Além de fotos, áudio e vídeo, dá para trocar qualquer tipo de arquivo pelo serviço, incluindo DOCs e PDFs. Também há stickers e um sistema de pesquisas interno que permite buscar imagens para enviar aos amigos.
Para baixar, clique aqui.
olhardigital.uol
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Fim do Orkut: veja como salvar suas fotos antigas e transferir para o Google+


O Google anunciou nesta segunda-feira (30) que encerrará o Orkut no dia 30 de setembro. A rede social fez sucesso no Brasil na década passada e agora será necessário salvar as imagens postadas antes que a página saia do ar. Há um jeito fácil é transferir os álbuns de fotos para Google+, por meio de uma ferramenta do próprio Google, quando o usuário tem o mesmo e-mail de cadastro para as duas contas - Orkut e Google Plus - ou vai criar um novo perfil de Google+. Veja como fazer isso neste tutorial.
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Como exportar seus álbuns de fotos do Orkut para o Google+ (Foto: Divulgação/Orkut)
Passo 1. Faça o login da rede social. No site da ferramenta orkut.com/AlbumsExport, clique nos álbuns que deseja exportar. Em seguida, clique no botão “Importar álbuns selecionados”;
Ferramenta permite selecionar álbuns que serão exportados do Orkut (Foto: Reprodução/João Kurtz)Ferramenta permite selecionar álbuns que serão exportados do Orkut para o Google+ (Foto: Reprodução/João Kurtz)
Passo 2. O processo de importação será executado automaticamente. Uma barra de progresso mostrará quando o upload for concluído, para cada álbum, e uma mensagem aparecerá quando o processo inteiro for concluído.
Ferramenta indica conclusão o processo (foto: Reprodução/Google)Ferramenta indica conclusão o processo no Orkut (Foto: Reprodução/João Kurtz)
Depois de seguir estes passos, basta conferir as fotos carregadas no seu perfil do Google+. Este processo pode ser feito até o dia 30 de setembro de 2014, quando o Google deve tirar o Orkut do ar.
Se você criou perfis com diferentes contas de e-mail ou perder o prazo que vai até o final de setembro de 2014, será necessário fazer backup, baixar todo o conteúdo do Orkut, e depois fazer o upload manualmente para a sua nova conta de Google+ até setembro de 2016, segundo o Google.
globo.com
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